O recurso a blogs por bibliotecários e bibliotecas visa essencialmente disseminar informação.
O microblogging é uma forma de publicação de blogue que permite breves atualizações de texto numa rede de interação/comunicação e partilha.
O twitter é a primeira aplicação Web dos microblogues.
O twitter é essencialmente sinónimo de conversação; é uma ferramenta da Web 2.0 que permite a interação , a partilha de informação, num curto espaço de publicação de mensagens (tweets).
Dá também a conhecer “o que está a acontecer” a todos aqueles que sejam seguidores .
As bibliotecas podem recorrer ao twitter para anunciar novidades, desde exibições até links, informações práticas sobre os seus serviços e seu funcionamento, informações sobre recursos da biblioteca…
Podem ainda adicionar recursos à lista das contas que seguem, jornais locais, fontes nacionais ou internacionais.
Um espaço de reflexão,fruto de leituras e também(porque não?) de troca de ideias...
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Web 2.0 e suas potencialidades para as BE
A Web 2.0 e a Biblioteca 2.0 são uma forma diferente de os utilizadores e criadores encararem a net, pois recorrerão a esta para produzir informação, construir conhecimento, fruto de trabalho colaborativo que não esquece o recurso às novas aplicações tecnológicas oferecidas pela nova geração Web -a Web 2.0.
A Biblioteca 2.0 é “a aplicação de interação, colaboração e tecnologias multimídia ,baseadas em Web, a serviços e coleções de bibliotecas baseadas em Web.
A nova biblioteca pretende responder às reais necessidades dos utilizadores, melhorando os seus serviços constantemente, alargando -os , implicando o utilizador nesse processo, que fará parte de uma comunidade que interage e partilha recursos, integrando multimédia (áudio e vídeo) na sua página Web. Defende-se uma teoria da Biblioteca 2.0, associada a alguns aspetos essenciais, a saber, uma centralização no utilizador, criador dinâmico de conteúdos (recursos) e serviços da web, tal como o bibliotecário; uma experiência multimedia, pois as coleções e serviços da Biblioteca 2.0 não se desligam do audio nem do vídeo; uma biblioteca que aposta numa interação social que resulta da comunicação, diálogo e partilha entre os utilizadores e entre estes e os bibliotecários de recursos/conteúdos, partilha síncrona (IM) ou assíncrona (wikis); uma biblioteca inovadora que acompanha as mudanças da comunidade em que se inscreve, preocupando-se com facilitar o acesso à informação pelos utilizadores
Refira-se porém que não é essencial à aprendizagem, mas pode ser uma forma de aprendizagem, pois implica obrigatoriamente os utilizadores/alunos no seu processo de forma criativa e inovadora e portanto mais produtiva.
Por sua vez, o recurso a aplicações online grátis da Web 2.0 ,como blogs e wikis, podcasting, social network services e serviços de aprendizagem Web.2.0 pode ser mais ou menos complexo.
Por exemplo, os blogs e wikis podem ser objeto de leitura ou simples inscrição, mas também podem fomentar o juntar ideias de interesse, o partilhar conhecimento com os colegas, o comentar/ajudar a editar ou mesmo, num processo mais complexo, o produzir o projeto de turma.
Nigel Lancaster interroga-se sobre como a Web 2.0 e as ferramentas das redes sociais podem alargar as bibliotecas e seus recursos a um público mais amplo.
É uma comunidade online, uma rede de pessoas que partilham interesses ou objetivos (“communities of practice-Lave&Winger,1991).É uma “social networking community”.
O software Web 2.0 pode ser usado pelos bibliotecários para promover, publicitar através de ferramentas, como revisões fundamentadas, pesquisas recentes, classificação das bibliotecas, recomendações e tags.
A informação integrada e personalizada funciona a nível individual e organizacional.
O professor dispõe de vários recursos de fácil acesso, devendo promover nos alunos a reflexão, a correção da expressão oral e escrita , a inovação e criatividade, associadas ao trabalho em equipa e relacionamento entre os conhecimentos e sua aplicação à realidade.
O conhecimento e uso de equipamentos como pc’s na busca de informação (literacia digital) podem trazer vantagens para a aprendizagem. Por sua vez, o utilizador deverá conhecer e selecionar criticamente os equipamentos e ferramentas mais eficazes para o desenvolvimento de outras literacias.
A Web evolutiva deve acompanhar a biblioteca evolutiva como meio para facilitar a inovação e experimentação em serviços eletrónicos na BE.
A biblioteca 2.0 torna as coleções e serviços mais interativos e centrados no uilizador ,possibilitando que os consumidores de informação contatem com os produtores e se tornem co-produtores, estabelecendo desta forma uma linha muito ténue entre bibliotecário e utilizador, criador e consumidor, autoridade e novato.
Tal mudança acarreta a relevância atribuída à alfabetização informacional que permite a aprendizagem.
Por exemplo,os blogs são páginas Web de fácil edição que seguem um conceito cronológico; os wikis são ferramentas de edição colaborativa rápida e fácil de consultar.
Trata-se sobretudo de participação, interação, alargamento do saber, resultante da partilha de uma comunidade que se cria, assente numa “architecture of participation”,pois os serviços são grátis e de fácil acesso através do internet browser
Sugere-se pois que a comunicação/diálogo através de discussões de grupo e atividades online com recurso à Web 2.0 melhora e é potenciada.
O serviço online tradicional a par do novo são complementares do acesso à informação por CRM (Customer Relationship Management).
Segundo Nigel Lancaster,”library chiefs need to focus on increasing their status within the local authority as well as on embracing new ways of working and technology, if they are to make the most of the opportunities offered by Web 2.0”
A existência de uma política nacional de informação e de um quadro legislativo que a suporte serão importantes para o progresso do país.
A informação deve ser reconhecida como recurso estratégico para o progresso social.
Com este panorama, a função da Biblioteca e dos bibliotecários será extremamente importante pois deverão promover a alfabetização informacional. Para tal, deixarão de criar sistemas e serviços, habilitando os utilizadores a criá-los para si.
A Web como plataforma favorece a criação de uma conexão por meio de comunidades de utilizadores com interesses comuns. Essa participação ativa dos utilizadores é o sustentáculo da Web 2.0,pelo acréscimo de valor à rede, permitindo a qualquer um criar conteúdos e avaliar os que encontra (ratting).
Uma comunidade virtual centralizada no utilizador e assente na interação entre os utilizadores, acreditando em serviços eletrónicos ao serviço da biblioteca de forma inovadora, eis a Biblioteca 2.0.
Cria-se um OPAC (Online Public Access Catalog) personalizado que inclui acesso a MI(Mensagens Instântaneas), alimentadores RSS, blogs, wikis, tags e perfis públicos e privados na rede da Biblioteca. É um interface de rede social que o utilizador desenha.
Aprender e ensinar na era digital pressupõe pois interação, ambientes digitais/virtuais, conetividade e recurso ao multimédia para transmitir informação criada pelos
A pesquisa e estratégias de pesquisa da informação, a sua avaliação crítica, a recolha, que implica questões éticas e jurídicas estão na base de um processo de aprendizagem que parte de um problema, que com recursos se procura resolver, reunindo a informação selecionada, sujeita a análise e posterior avaliação .
.
Todas estas competências da informação são uma ferramenta de aprendizagem ao longo da vida, que se torna mais significativa quando resulta de um processo interdisciplinar e ligado a necessidades da vida real.
A promoção e desenvolvimento destas competências numa sociedade de informação, que é a sociedade do conhecimento do século XXI, caberá às escola, BE e professores bibliotecários, que deverão trabalhar conjuntamente para favorecer a construção de recursos/conteúdos partilhados.
A Biblioteca 2.0 é “a aplicação de interação, colaboração e tecnologias multimídia ,baseadas em Web, a serviços e coleções de bibliotecas baseadas em Web.
A nova biblioteca pretende responder às reais necessidades dos utilizadores, melhorando os seus serviços constantemente, alargando -os , implicando o utilizador nesse processo, que fará parte de uma comunidade que interage e partilha recursos, integrando multimédia (áudio e vídeo) na sua página Web. Defende-se uma teoria da Biblioteca 2.0, associada a alguns aspetos essenciais, a saber, uma centralização no utilizador, criador dinâmico de conteúdos (recursos) e serviços da web, tal como o bibliotecário; uma experiência multimedia, pois as coleções e serviços da Biblioteca 2.0 não se desligam do audio nem do vídeo; uma biblioteca que aposta numa interação social que resulta da comunicação, diálogo e partilha entre os utilizadores e entre estes e os bibliotecários de recursos/conteúdos, partilha síncrona (IM) ou assíncrona (wikis); uma biblioteca inovadora que acompanha as mudanças da comunidade em que se inscreve, preocupando-se com facilitar o acesso à informação pelos utilizadores
Refira-se porém que não é essencial à aprendizagem, mas pode ser uma forma de aprendizagem, pois implica obrigatoriamente os utilizadores/alunos no seu processo de forma criativa e inovadora e portanto mais produtiva.
Por sua vez, o recurso a aplicações online grátis da Web 2.0 ,como blogs e wikis, podcasting, social network services e serviços de aprendizagem Web.2.0 pode ser mais ou menos complexo.
Por exemplo, os blogs e wikis podem ser objeto de leitura ou simples inscrição, mas também podem fomentar o juntar ideias de interesse, o partilhar conhecimento com os colegas, o comentar/ajudar a editar ou mesmo, num processo mais complexo, o produzir o projeto de turma.
Nigel Lancaster interroga-se sobre como a Web 2.0 e as ferramentas das redes sociais podem alargar as bibliotecas e seus recursos a um público mais amplo.
É uma comunidade online, uma rede de pessoas que partilham interesses ou objetivos (“communities of practice-Lave&Winger,1991).É uma “social networking community”.
O software Web 2.0 pode ser usado pelos bibliotecários para promover, publicitar através de ferramentas, como revisões fundamentadas, pesquisas recentes, classificação das bibliotecas, recomendações e tags.
A informação integrada e personalizada funciona a nível individual e organizacional.
O professor dispõe de vários recursos de fácil acesso, devendo promover nos alunos a reflexão, a correção da expressão oral e escrita , a inovação e criatividade, associadas ao trabalho em equipa e relacionamento entre os conhecimentos e sua aplicação à realidade.
O conhecimento e uso de equipamentos como pc’s na busca de informação (literacia digital) podem trazer vantagens para a aprendizagem. Por sua vez, o utilizador deverá conhecer e selecionar criticamente os equipamentos e ferramentas mais eficazes para o desenvolvimento de outras literacias.
A Web evolutiva deve acompanhar a biblioteca evolutiva como meio para facilitar a inovação e experimentação em serviços eletrónicos na BE.
A biblioteca 2.0 torna as coleções e serviços mais interativos e centrados no uilizador ,possibilitando que os consumidores de informação contatem com os produtores e se tornem co-produtores, estabelecendo desta forma uma linha muito ténue entre bibliotecário e utilizador, criador e consumidor, autoridade e novato.
Tal mudança acarreta a relevância atribuída à alfabetização informacional que permite a aprendizagem.
Por exemplo,os blogs são páginas Web de fácil edição que seguem um conceito cronológico; os wikis são ferramentas de edição colaborativa rápida e fácil de consultar.
Trata-se sobretudo de participação, interação, alargamento do saber, resultante da partilha de uma comunidade que se cria, assente numa “architecture of participation”,pois os serviços são grátis e de fácil acesso através do internet browser
Sugere-se pois que a comunicação/diálogo através de discussões de grupo e atividades online com recurso à Web 2.0 melhora e é potenciada.
O serviço online tradicional a par do novo são complementares do acesso à informação por CRM (Customer Relationship Management).
Segundo Nigel Lancaster,”library chiefs need to focus on increasing their status within the local authority as well as on embracing new ways of working and technology, if they are to make the most of the opportunities offered by Web 2.0”
A existência de uma política nacional de informação e de um quadro legislativo que a suporte serão importantes para o progresso do país.
A informação deve ser reconhecida como recurso estratégico para o progresso social.
Com este panorama, a função da Biblioteca e dos bibliotecários será extremamente importante pois deverão promover a alfabetização informacional. Para tal, deixarão de criar sistemas e serviços, habilitando os utilizadores a criá-los para si.
A Web como plataforma favorece a criação de uma conexão por meio de comunidades de utilizadores com interesses comuns. Essa participação ativa dos utilizadores é o sustentáculo da Web 2.0,pelo acréscimo de valor à rede, permitindo a qualquer um criar conteúdos e avaliar os que encontra (ratting).
Uma comunidade virtual centralizada no utilizador e assente na interação entre os utilizadores, acreditando em serviços eletrónicos ao serviço da biblioteca de forma inovadora, eis a Biblioteca 2.0.
Cria-se um OPAC (Online Public Access Catalog) personalizado que inclui acesso a MI(Mensagens Instântaneas), alimentadores RSS, blogs, wikis, tags e perfis públicos e privados na rede da Biblioteca. É um interface de rede social que o utilizador desenha.
Aprender e ensinar na era digital pressupõe pois interação, ambientes digitais/virtuais, conetividade e recurso ao multimédia para transmitir informação criada pelos
A pesquisa e estratégias de pesquisa da informação, a sua avaliação crítica, a recolha, que implica questões éticas e jurídicas estão na base de um processo de aprendizagem que parte de um problema, que com recursos se procura resolver, reunindo a informação selecionada, sujeita a análise e posterior avaliação .
.
Todas estas competências da informação são uma ferramenta de aprendizagem ao longo da vida, que se torna mais significativa quando resulta de um processo interdisciplinar e ligado a necessidades da vida real.
A promoção e desenvolvimento destas competências numa sociedade de informação, que é a sociedade do conhecimento do século XXI, caberá às escola, BE e professores bibliotecários, que deverão trabalhar conjuntamente para favorecer a construção de recursos/conteúdos partilhados.
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
A formação online-conceitos e potencialidades
Existiram várias gerações de educação à distância: desde o ensino por correspondência, passando por uma segunda geração multimedia, multimedia interativo ,com correio postal e eletrónico, e-learning (em 199?),abrangendo uma maior diversidade de recursos tecnológicos (correio electrónico, fóruns electrónicos, blog, chat , videoconferência , wikis , entre outros), M-learning ( a partir de 2004),que recorreu ao correio electrónico, fóruns electrónicos, chat , videoconferência, Small Mensage Systems (SMS), Instant Messangers (IM), podcasts, entre outros e ,por fim, a geração da Second life e da web 2.0( a partir de 2003) ,com um processo de comunicação e de ensino de redes sociais e cognitivas , simplificando a colaboração e a partilha.
O e-learning coloca a Web e os ambientes virtuais ao serviço da formação à distância, que entra assim na sua 4ª geração.
Rentabilizando as TIC, permite anular a distância geográfica entre formador e formandos (e entre estes últimos) e uma utilização síncrona ou assíncrona, possuindo virtualidades muito próprias que o tornam, em múltiplos contextos, o modelo privilegiado de ensino/aprendizagem.Não correspondendo a um modelo único e rígido, oferece uma diversidade de soluções de formação que permitem conciliar métodos de formação tradicional e à distância e “doseá-los” da forma mais adequada às necessidades dos utilizadores.
Quando se tem a possibilidade de optar por uma formação deste tipo, deve ter-se plena consciência das capacidades para a utilização das TIC e das possibilidades de acesso aos recursos informáticos necessários. Uma deficiente apreciação destes aspectos poderá fazer fracassar por completo os objectivos da formação.Também a capacidade de realizar tarefas autonomamente é fundamental para quem utiliza o e-learning.A excessiva dependência da figura do professor é um obstáculo ao progresso do aluno/formando.
A formação online tem vantagens , mas também desvantagens, pois requer um diagnóstico adequado do público -alvo, suas competências e domínio das TIC, sua motivação para o estudo e logo para o envolvimento no seu processo de ensino -aprendizagem.
A formação à distância propicia auto - aprendizagem e /ou uma aprendizagem colaborativa.
Daqui resulta que as novas formas de educação/aprendizagem (e- learning (ensino à distância) m –learning(recurso a sistemas wirelss), b-learning,(ensino misto) se podem considerar como formas modernas de Educação à Distância(EaD).
Só assim se cria uma comunidade de inquirição cujos protagonistas se tornam aprendentes.
O e-learning deve ser visto como um processo que permite criar um ambiente de aprendizagem suportado pelas tecnologias, como a Internet, permitindo a transformação da informação em conhecimento, independentemente da hora ou local. Será correcto afirmar que alunos motivados facilmente atingem. Não invalida isto que as novas tecnologias possam gerar situações desagradáveis por falta de manutenção, por exemplo.
Factor determinante na comunicação humana e relações interpessoais e processo de ensino -aprendizagem, a interacção social também pode acontecer em ambientes virtuais de aprendizagem, dita online.
Para que haja uma presença social efectiva, tem que se verificar a interactividade, uma coesão de grupo e uma expressão afectiva.A educação online possibilita grande interação entre os tutores e estudantes, mediante actos que deixam de ser mecânicos e socialmente descontextualizados.
Implica a comunicação em contextos sociais, que podem mesmo contribuir para a criação de laços numa espécie de "comunidade de inquirição"(Garrison).Para Rheingol, o ciberespaço é um local onde podem existir sentimentos comunitários.A construção da comunidade depende de "acções cooperativas" que determinem "bens colectivos"(Rheingol).A comunicação processa-se através de uma linguagem "de sinais"que aproxima os interlocutores, facilitando a interacção.As relações interpessoais na Web seguirão uma cultura da "hodiernidade".A virtualização da educação num ambiente propício implica cumplicidade com a era vigente e a sua mentalidade.
Aprendizagem resulta de um conjunto de acções e reações. Exige uma Articulação entre a presença cognitiva , presença de ensino e social.A interacção social está impregnada de manifestações sociais, heranças sociais.Por exemplo, a expressão afetiva ausente é compensada através de expressões pessoais ( emoções, sentimentos e valores...).
As atitudes e valores roçam a esfera transversal das competências sociais, pelo que a sua avaliação implicará a avaliação do processo de aprendizagem num contexto particular, a saber em ambiente virtual. A avaliação feita tem que considerar todo o processo de comunicação/interacção realizado, bem como os seus resultados em termos do tipo de trabalho desenvolvido e do maior ou menor sentimento de pertença à comunidade e relacionamentos interpessoais criados.
A aprendizagem online possibilita um conhecimento e formação que apresentam flexibilidade espácio -temporal.
O formando é um sujeito ativo da sua formação num processo de aprendizagem colaborativo. A interação /comunicação é potenciada. Poupam-se deslocações e garante-se a possibilidade de os formandos contactarem de forma síncrona ou assíncrona.
Este tipo de ensino -aprendizagem exige porém formadores qualificados e motivados e sobretudo que motivem.
O revés da medalha é o perigo do isolamento, a dependência do personal computer ( pc) e valorização do produto final da aprendizagem.
Contrariamente , a formação presencial implica mais gastos materiais e não permite a flexibilidade no tempo e no espaço.
A utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação só poderá vencer obstáculos como o conservadorismo e o fraco domínio dos recursos pelos seus utilizadores (nomeadamente a classe docente) se for colocada ao serviço de todos, criando, como defende Wilson Azevedo, uma “outra ecologia pedagógica”.
O receio face ao desconhecido e a outras formas de ensino (nomeadamente por oposição ao ensino tradicional/presencial) poderá ser combatido à medida que as novas tecnologias e a comunicação de “um para muitos” ou de “muitos para muitos” (i.e., para diversos destinatários em simultâneo) forem conhecidas e interiorizadas.
A formação à distância é particularmente desafiante junto de alunos ou turmas que, no seu conjunto, se sentem motivados para o manuseamento das TIC, sendo que a sua generalização na escola exige preparação adequada dos professores, ao nível não só tecnológico como pedagógico, para que as tecnologias não existam apenas por existir ou ao sabor de uma moda educacional (nem na escola em geral nem na biblioteca em particular), mas ao serviço do conhecimento e gerando mais conhecimento.
Contextos existem, contudo, que, em boa defesa da qualidade da formação, exigem que a mesma seja presencial. Em primeiro lugar, por uma atitude racional de combate ao endeusamento das TIC e da sua utilização por parte de uma facção de alunos e professores. Depois, porque mais importante que ensino à distância ou ensino presencial, importa que haja ensino. Ensino e aprendizagem. Além disso, porque os formatos de formação ou ensino se complementam e porque os argumentos de que o e-learning respeita os diferentes ritmos de aprendizagem dos alunos, em oposição ao regime presencial, que se dirige unilateralmente à turma, como um aglomerado indiferenciado, contraria todos os trabalhos de pedagogia diferenciada praticados internacionalmente há décadas por muitos docentes e alvo de investigação
Não obstante, o e-learning como processo de ensino -aprendizagem respeita uma cultura de “hodiernidade”,adequando-se ao contexto hoje vivido no campo da educação e diversificação de recursos ,sobretudo com a implementação do PTE.
O e-learning coloca a Web e os ambientes virtuais ao serviço da formação à distância, que entra assim na sua 4ª geração.
Rentabilizando as TIC, permite anular a distância geográfica entre formador e formandos (e entre estes últimos) e uma utilização síncrona ou assíncrona, possuindo virtualidades muito próprias que o tornam, em múltiplos contextos, o modelo privilegiado de ensino/aprendizagem.Não correspondendo a um modelo único e rígido, oferece uma diversidade de soluções de formação que permitem conciliar métodos de formação tradicional e à distância e “doseá-los” da forma mais adequada às necessidades dos utilizadores.
Quando se tem a possibilidade de optar por uma formação deste tipo, deve ter-se plena consciência das capacidades para a utilização das TIC e das possibilidades de acesso aos recursos informáticos necessários. Uma deficiente apreciação destes aspectos poderá fazer fracassar por completo os objectivos da formação.Também a capacidade de realizar tarefas autonomamente é fundamental para quem utiliza o e-learning.A excessiva dependência da figura do professor é um obstáculo ao progresso do aluno/formando.
A formação online tem vantagens , mas também desvantagens, pois requer um diagnóstico adequado do público -alvo, suas competências e domínio das TIC, sua motivação para o estudo e logo para o envolvimento no seu processo de ensino -aprendizagem.
A formação à distância propicia auto - aprendizagem e /ou uma aprendizagem colaborativa.
Daqui resulta que as novas formas de educação/aprendizagem (e- learning (ensino à distância) m –learning(recurso a sistemas wirelss), b-learning,(ensino misto) se podem considerar como formas modernas de Educação à Distância(EaD).
Só assim se cria uma comunidade de inquirição cujos protagonistas se tornam aprendentes.
O e-learning deve ser visto como um processo que permite criar um ambiente de aprendizagem suportado pelas tecnologias, como a Internet, permitindo a transformação da informação em conhecimento, independentemente da hora ou local. Será correcto afirmar que alunos motivados facilmente atingem. Não invalida isto que as novas tecnologias possam gerar situações desagradáveis por falta de manutenção, por exemplo.
Factor determinante na comunicação humana e relações interpessoais e processo de ensino -aprendizagem, a interacção social também pode acontecer em ambientes virtuais de aprendizagem, dita online.
Para que haja uma presença social efectiva, tem que se verificar a interactividade, uma coesão de grupo e uma expressão afectiva.A educação online possibilita grande interação entre os tutores e estudantes, mediante actos que deixam de ser mecânicos e socialmente descontextualizados.
Implica a comunicação em contextos sociais, que podem mesmo contribuir para a criação de laços numa espécie de "comunidade de inquirição"(Garrison).Para Rheingol, o ciberespaço é um local onde podem existir sentimentos comunitários.A construção da comunidade depende de "acções cooperativas" que determinem "bens colectivos"(Rheingol).A comunicação processa-se através de uma linguagem "de sinais"que aproxima os interlocutores, facilitando a interacção.As relações interpessoais na Web seguirão uma cultura da "hodiernidade".A virtualização da educação num ambiente propício implica cumplicidade com a era vigente e a sua mentalidade.
Aprendizagem resulta de um conjunto de acções e reações. Exige uma Articulação entre a presença cognitiva , presença de ensino e social.A interacção social está impregnada de manifestações sociais, heranças sociais.Por exemplo, a expressão afetiva ausente é compensada através de expressões pessoais ( emoções, sentimentos e valores...).
As atitudes e valores roçam a esfera transversal das competências sociais, pelo que a sua avaliação implicará a avaliação do processo de aprendizagem num contexto particular, a saber em ambiente virtual. A avaliação feita tem que considerar todo o processo de comunicação/interacção realizado, bem como os seus resultados em termos do tipo de trabalho desenvolvido e do maior ou menor sentimento de pertença à comunidade e relacionamentos interpessoais criados.
A aprendizagem online possibilita um conhecimento e formação que apresentam flexibilidade espácio -temporal.
O formando é um sujeito ativo da sua formação num processo de aprendizagem colaborativo. A interação /comunicação é potenciada. Poupam-se deslocações e garante-se a possibilidade de os formandos contactarem de forma síncrona ou assíncrona.
Este tipo de ensino -aprendizagem exige porém formadores qualificados e motivados e sobretudo que motivem.
O revés da medalha é o perigo do isolamento, a dependência do personal computer ( pc) e valorização do produto final da aprendizagem.
Contrariamente , a formação presencial implica mais gastos materiais e não permite a flexibilidade no tempo e no espaço.
A utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação só poderá vencer obstáculos como o conservadorismo e o fraco domínio dos recursos pelos seus utilizadores (nomeadamente a classe docente) se for colocada ao serviço de todos, criando, como defende Wilson Azevedo, uma “outra ecologia pedagógica”.
O receio face ao desconhecido e a outras formas de ensino (nomeadamente por oposição ao ensino tradicional/presencial) poderá ser combatido à medida que as novas tecnologias e a comunicação de “um para muitos” ou de “muitos para muitos” (i.e., para diversos destinatários em simultâneo) forem conhecidas e interiorizadas.
A formação à distância é particularmente desafiante junto de alunos ou turmas que, no seu conjunto, se sentem motivados para o manuseamento das TIC, sendo que a sua generalização na escola exige preparação adequada dos professores, ao nível não só tecnológico como pedagógico, para que as tecnologias não existam apenas por existir ou ao sabor de uma moda educacional (nem na escola em geral nem na biblioteca em particular), mas ao serviço do conhecimento e gerando mais conhecimento.
Contextos existem, contudo, que, em boa defesa da qualidade da formação, exigem que a mesma seja presencial. Em primeiro lugar, por uma atitude racional de combate ao endeusamento das TIC e da sua utilização por parte de uma facção de alunos e professores. Depois, porque mais importante que ensino à distância ou ensino presencial, importa que haja ensino. Ensino e aprendizagem. Além disso, porque os formatos de formação ou ensino se complementam e porque os argumentos de que o e-learning respeita os diferentes ritmos de aprendizagem dos alunos, em oposição ao regime presencial, que se dirige unilateralmente à turma, como um aglomerado indiferenciado, contraria todos os trabalhos de pedagogia diferenciada praticados internacionalmente há décadas por muitos docentes e alvo de investigação
Não obstante, o e-learning como processo de ensino -aprendizagem respeita uma cultura de “hodiernidade”,adequando-se ao contexto hoje vivido no campo da educação e diversificação de recursos ,sobretudo com a implementação do PTE.
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