A Web 2.0 e a Biblioteca 2.0 são uma forma diferente de os utilizadores e criadores encararem a net, pois recorrerão a esta para produzir informação, construir conhecimento, fruto de trabalho colaborativo que não esquece o recurso às novas aplicações tecnológicas oferecidas pela nova geração Web -a Web 2.0.
A Biblioteca 2.0 é “a aplicação de interação, colaboração e tecnologias multimídia ,baseadas em Web, a serviços e coleções de bibliotecas baseadas em Web.
A nova biblioteca pretende responder às reais necessidades dos utilizadores, melhorando os seus serviços constantemente, alargando -os , implicando o utilizador nesse processo, que fará parte de uma comunidade que interage e partilha recursos, integrando multimédia (áudio e vídeo) na sua página Web. Defende-se uma teoria da Biblioteca 2.0, associada a alguns aspetos essenciais, a saber, uma centralização no utilizador, criador dinâmico de conteúdos (recursos) e serviços da web, tal como o bibliotecário; uma experiência multimedia, pois as coleções e serviços da Biblioteca 2.0 não se desligam do audio nem do vídeo; uma biblioteca que aposta numa interação social que resulta da comunicação, diálogo e partilha entre os utilizadores e entre estes e os bibliotecários de recursos/conteúdos, partilha síncrona (IM) ou assíncrona (wikis); uma biblioteca inovadora que acompanha as mudanças da comunidade em que se inscreve, preocupando-se com facilitar o acesso à informação pelos utilizadores
Refira-se porém que não é essencial à aprendizagem, mas pode ser uma forma de aprendizagem, pois implica obrigatoriamente os utilizadores/alunos no seu processo de forma criativa e inovadora e portanto mais produtiva.
Por sua vez, o recurso a aplicações online grátis da Web 2.0 ,como blogs e wikis, podcasting, social network services e serviços de aprendizagem Web.2.0 pode ser mais ou menos complexo.
Por exemplo, os blogs e wikis podem ser objeto de leitura ou simples inscrição, mas também podem fomentar o juntar ideias de interesse, o partilhar conhecimento com os colegas, o comentar/ajudar a editar ou mesmo, num processo mais complexo, o produzir o projeto de turma.
Nigel Lancaster interroga-se sobre como a Web 2.0 e as ferramentas das redes sociais podem alargar as bibliotecas e seus recursos a um público mais amplo.
É uma comunidade online, uma rede de pessoas que partilham interesses ou objetivos (“communities of practice-Lave&Winger,1991).É uma “social networking community”.
O software Web 2.0 pode ser usado pelos bibliotecários para promover, publicitar através de ferramentas, como revisões fundamentadas, pesquisas recentes, classificação das bibliotecas, recomendações e tags.
A informação integrada e personalizada funciona a nível individual e organizacional.
O professor dispõe de vários recursos de fácil acesso, devendo promover nos alunos a reflexão, a correção da expressão oral e escrita , a inovação e criatividade, associadas ao trabalho em equipa e relacionamento entre os conhecimentos e sua aplicação à realidade.
O conhecimento e uso de equipamentos como pc’s na busca de informação (literacia digital) podem trazer vantagens para a aprendizagem. Por sua vez, o utilizador deverá conhecer e selecionar criticamente os equipamentos e ferramentas mais eficazes para o desenvolvimento de outras literacias.
A Web evolutiva deve acompanhar a biblioteca evolutiva como meio para facilitar a inovação e experimentação em serviços eletrónicos na BE.
A biblioteca 2.0 torna as coleções e serviços mais interativos e centrados no uilizador ,possibilitando que os consumidores de informação contatem com os produtores e se tornem co-produtores, estabelecendo desta forma uma linha muito ténue entre bibliotecário e utilizador, criador e consumidor, autoridade e novato.
Tal mudança acarreta a relevância atribuída à alfabetização informacional que permite a aprendizagem.
Por exemplo,os blogs são páginas Web de fácil edição que seguem um conceito cronológico; os wikis são ferramentas de edição colaborativa rápida e fácil de consultar.
Trata-se sobretudo de participação, interação, alargamento do saber, resultante da partilha de uma comunidade que se cria, assente numa “architecture of participation”,pois os serviços são grátis e de fácil acesso através do internet browser
Sugere-se pois que a comunicação/diálogo através de discussões de grupo e atividades online com recurso à Web 2.0 melhora e é potenciada.
O serviço online tradicional a par do novo são complementares do acesso à informação por CRM (Customer Relationship Management).
Segundo Nigel Lancaster,”library chiefs need to focus on increasing their status within the local authority as well as on embracing new ways of working and technology, if they are to make the most of the opportunities offered by Web 2.0”
A existência de uma política nacional de informação e de um quadro legislativo que a suporte serão importantes para o progresso do país.
A informação deve ser reconhecida como recurso estratégico para o progresso social.
Com este panorama, a função da Biblioteca e dos bibliotecários será extremamente importante pois deverão promover a alfabetização informacional. Para tal, deixarão de criar sistemas e serviços, habilitando os utilizadores a criá-los para si.
A Web como plataforma favorece a criação de uma conexão por meio de comunidades de utilizadores com interesses comuns. Essa participação ativa dos utilizadores é o sustentáculo da Web 2.0,pelo acréscimo de valor à rede, permitindo a qualquer um criar conteúdos e avaliar os que encontra (ratting).
Uma comunidade virtual centralizada no utilizador e assente na interação entre os utilizadores, acreditando em serviços eletrónicos ao serviço da biblioteca de forma inovadora, eis a Biblioteca 2.0.
Cria-se um OPAC (Online Public Access Catalog) personalizado que inclui acesso a MI(Mensagens Instântaneas), alimentadores RSS, blogs, wikis, tags e perfis públicos e privados na rede da Biblioteca. É um interface de rede social que o utilizador desenha.
Aprender e ensinar na era digital pressupõe pois interação, ambientes digitais/virtuais, conetividade e recurso ao multimédia para transmitir informação criada pelos
A pesquisa e estratégias de pesquisa da informação, a sua avaliação crítica, a recolha, que implica questões éticas e jurídicas estão na base de um processo de aprendizagem que parte de um problema, que com recursos se procura resolver, reunindo a informação selecionada, sujeita a análise e posterior avaliação .
.
Todas estas competências da informação são uma ferramenta de aprendizagem ao longo da vida, que se torna mais significativa quando resulta de um processo interdisciplinar e ligado a necessidades da vida real.
A promoção e desenvolvimento destas competências numa sociedade de informação, que é a sociedade do conhecimento do século XXI, caberá às escola, BE e professores bibliotecários, que deverão trabalhar conjuntamente para favorecer a construção de recursos/conteúdos partilhados.
A Biblioteca 2.0 é “a aplicação de interação, colaboração e tecnologias multimídia ,baseadas em Web, a serviços e coleções de bibliotecas baseadas em Web.
A nova biblioteca pretende responder às reais necessidades dos utilizadores, melhorando os seus serviços constantemente, alargando -os , implicando o utilizador nesse processo, que fará parte de uma comunidade que interage e partilha recursos, integrando multimédia (áudio e vídeo) na sua página Web. Defende-se uma teoria da Biblioteca 2.0, associada a alguns aspetos essenciais, a saber, uma centralização no utilizador, criador dinâmico de conteúdos (recursos) e serviços da web, tal como o bibliotecário; uma experiência multimedia, pois as coleções e serviços da Biblioteca 2.0 não se desligam do audio nem do vídeo; uma biblioteca que aposta numa interação social que resulta da comunicação, diálogo e partilha entre os utilizadores e entre estes e os bibliotecários de recursos/conteúdos, partilha síncrona (IM) ou assíncrona (wikis); uma biblioteca inovadora que acompanha as mudanças da comunidade em que se inscreve, preocupando-se com facilitar o acesso à informação pelos utilizadores
Refira-se porém que não é essencial à aprendizagem, mas pode ser uma forma de aprendizagem, pois implica obrigatoriamente os utilizadores/alunos no seu processo de forma criativa e inovadora e portanto mais produtiva.
Por sua vez, o recurso a aplicações online grátis da Web 2.0 ,como blogs e wikis, podcasting, social network services e serviços de aprendizagem Web.2.0 pode ser mais ou menos complexo.
Por exemplo, os blogs e wikis podem ser objeto de leitura ou simples inscrição, mas também podem fomentar o juntar ideias de interesse, o partilhar conhecimento com os colegas, o comentar/ajudar a editar ou mesmo, num processo mais complexo, o produzir o projeto de turma.
Nigel Lancaster interroga-se sobre como a Web 2.0 e as ferramentas das redes sociais podem alargar as bibliotecas e seus recursos a um público mais amplo.
É uma comunidade online, uma rede de pessoas que partilham interesses ou objetivos (“communities of practice-Lave&Winger,1991).É uma “social networking community”.
O software Web 2.0 pode ser usado pelos bibliotecários para promover, publicitar através de ferramentas, como revisões fundamentadas, pesquisas recentes, classificação das bibliotecas, recomendações e tags.
A informação integrada e personalizada funciona a nível individual e organizacional.
O professor dispõe de vários recursos de fácil acesso, devendo promover nos alunos a reflexão, a correção da expressão oral e escrita , a inovação e criatividade, associadas ao trabalho em equipa e relacionamento entre os conhecimentos e sua aplicação à realidade.
O conhecimento e uso de equipamentos como pc’s na busca de informação (literacia digital) podem trazer vantagens para a aprendizagem. Por sua vez, o utilizador deverá conhecer e selecionar criticamente os equipamentos e ferramentas mais eficazes para o desenvolvimento de outras literacias.
A Web evolutiva deve acompanhar a biblioteca evolutiva como meio para facilitar a inovação e experimentação em serviços eletrónicos na BE.
A biblioteca 2.0 torna as coleções e serviços mais interativos e centrados no uilizador ,possibilitando que os consumidores de informação contatem com os produtores e se tornem co-produtores, estabelecendo desta forma uma linha muito ténue entre bibliotecário e utilizador, criador e consumidor, autoridade e novato.
Tal mudança acarreta a relevância atribuída à alfabetização informacional que permite a aprendizagem.
Por exemplo,os blogs são páginas Web de fácil edição que seguem um conceito cronológico; os wikis são ferramentas de edição colaborativa rápida e fácil de consultar.
Trata-se sobretudo de participação, interação, alargamento do saber, resultante da partilha de uma comunidade que se cria, assente numa “architecture of participation”,pois os serviços são grátis e de fácil acesso através do internet browser
Sugere-se pois que a comunicação/diálogo através de discussões de grupo e atividades online com recurso à Web 2.0 melhora e é potenciada.
O serviço online tradicional a par do novo são complementares do acesso à informação por CRM (Customer Relationship Management).
Segundo Nigel Lancaster,”library chiefs need to focus on increasing their status within the local authority as well as on embracing new ways of working and technology, if they are to make the most of the opportunities offered by Web 2.0”
A existência de uma política nacional de informação e de um quadro legislativo que a suporte serão importantes para o progresso do país.
A informação deve ser reconhecida como recurso estratégico para o progresso social.
Com este panorama, a função da Biblioteca e dos bibliotecários será extremamente importante pois deverão promover a alfabetização informacional. Para tal, deixarão de criar sistemas e serviços, habilitando os utilizadores a criá-los para si.
A Web como plataforma favorece a criação de uma conexão por meio de comunidades de utilizadores com interesses comuns. Essa participação ativa dos utilizadores é o sustentáculo da Web 2.0,pelo acréscimo de valor à rede, permitindo a qualquer um criar conteúdos e avaliar os que encontra (ratting).
Uma comunidade virtual centralizada no utilizador e assente na interação entre os utilizadores, acreditando em serviços eletrónicos ao serviço da biblioteca de forma inovadora, eis a Biblioteca 2.0.
Cria-se um OPAC (Online Public Access Catalog) personalizado que inclui acesso a MI(Mensagens Instântaneas), alimentadores RSS, blogs, wikis, tags e perfis públicos e privados na rede da Biblioteca. É um interface de rede social que o utilizador desenha.
Aprender e ensinar na era digital pressupõe pois interação, ambientes digitais/virtuais, conetividade e recurso ao multimédia para transmitir informação criada pelos
A pesquisa e estratégias de pesquisa da informação, a sua avaliação crítica, a recolha, que implica questões éticas e jurídicas estão na base de um processo de aprendizagem que parte de um problema, que com recursos se procura resolver, reunindo a informação selecionada, sujeita a análise e posterior avaliação .
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Todas estas competências da informação são uma ferramenta de aprendizagem ao longo da vida, que se torna mais significativa quando resulta de um processo interdisciplinar e ligado a necessidades da vida real.
A promoção e desenvolvimento destas competências numa sociedade de informação, que é a sociedade do conhecimento do século XXI, caberá às escola, BE e professores bibliotecários, que deverão trabalhar conjuntamente para favorecer a construção de recursos/conteúdos partilhados.
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