sexta-feira, 4 de março de 2011

Blogues e Microblogues-Análise de Blogues de Bibliotecas Escolares

Análise realizada pelo grupo de : Manuela de Fátima e Mafalda Rodrigues
20 de Fevereiro de 2011
Blogues -que objetivos? Que tipo de informação apresentam?
Um mundo !! Ao viajarmos por estes blogues de bibliotecas é realmente a primeira
ideia que nos vem à cabeça !...
Basicamente, destinam-se a publicar as atividades desenvolvidas na e pela biblioteca
escolar , acompanhar o trabalho desenvolvido e a desenvolver nas escolas.
“Dar a conhecer as atividades realizadas na BE ao longo do ano” -lê-se no cabeçalho
de alguns dos blogues visitados.
Faz-nos pensar nas reais potencialidades da Web 2.0 e na forma como as diversas
aplicações tecnológicas/ferramentas se podem utilizar para compor um blogue.
É espantoso como a informação é veiculada , permitindo e promovendo sempre a
interação , a colaboração e a partilha de conhecimento !
Trata-se de um saber em evolução, num processo dinâmico que envolve a BE/CRE e a
Escola onde a mesma está integrada, servindo de ponte entre o que é realizado pela
BE ,em articulação ou não com a Escola.
Um espaço coletivo, assente numa ideia – base , que é a ideia de “inteligência
coletiva”.
Aliás, um dos objetivos dos blogues é essencialmente informar, mas também partilhar
e permitir a colaboração coletiva de toda a comunidade, não limitada a alunos e
professores, mas também pessoal não docente.
Divulgação de atividade ligada à leitura, livros e literacia, partilha de atividades em
articulação com o currículo (Semana dos afetos em lerparacrer), semana da leitura
,PNL…através da constituição de tags, links para livros, partilha de informação nas
redes sociais ,como o facebook (cf lerparacrer),publicitação de textos dos alunos,
mesmo com recurso a streammedia, implementação de LibraryThing, com
comentários que permitem acesso à coleção, presença do jornalonline, plataformas de
aprendizagem…
Incluem também tags e inquéritos de satisfação a EE, no âmbito da promoção do livro
e da leitura e bookmarks ,informações sobre o PDC e sua divulgação, catálogo online,
guiões que permitem a aprendizagem , sendo a BE/CRE garantia dessa; recurso a
ferramentas como o DIggo , que melhoram a pesquisa, partilha e colaboração na
realização da informação e do saber; informações sobre como instalar essas
ferramentas Web para enriquecer o blogue!
Um mundo , efectivamente!
Blogues e Microblogues
Análise de Blogues de Bibliotecas Escolares
Análise realizada pelo grupo de : Manuela de Fátima e Mafalda Rodrigues
20 de Fevereiro de 2011

Interacção e presença social em ambientes virtuais de aprendizagem

Factor determinante na comunicação humana e relações interpessoais e processo de
ensino-aprendizagem, a interacção social também pode acontecer em ambientes virtuais de
aprendizagem, dita online.
A interação social é o único fator capaz de reduzir a distância e criar proximidade,
tornando-a inseparável do processo de ensino - aprendizagem.
Implica a comunicação em contextos sociais que podem mesmo contribuir para a criação
de laços numa espécie de "comunidade de inquirição"(Garrison).
O contexto online é um contexto social (cf modelo de Garrison “comunidade de
inquirição”).
A educação online possibilita grande interação entre os tutores e estudantes, mediante
atos que deixam de ser mecânicos e socialmente descontextualizados.
O modelo proposto por Garrison pressupõe ainda que a experiência educacional surge
como resultado da conjunção da presença social ( projeção pessoal na comunidade), presença
cognitiva ( comunicação que visa a construção do conhecimento) e presença do ensino, através da
participação ativa do professor.
Para que haja uma presença social efetiva, tem que se verificar a interatividade, uma
coesão de grupo e uma expressão afetiva.
Alguns estudos sugerem que os ambientes virtuais de aprendizagem suportam interação
pessoal afetiva em contextos educacionais.
Para Angeli Bonk e Hara, 27% das mensagens representam expressão de sentimentos,
anedotas, afetos, falando também na formação de vínculos entre os participantes.
Para Rheingol, o ciberespaço é um local onde podem existir sentimentos comunitários: é
um ambiente onde há interações sociais, sendo possível o encontro e sentimentos afetivos.
“As comunidades virtuais são os agregados virtuais surgidos na rede, quando os
intervenientes de um debate o levam por diante em número e sentimentos suficientes para
formarem teias de relações pessoais no ciberespaço”[8:pp18]
A construção da comunidade depende de "acções cooperativas" que determinem "bens
colectivos"(Rheingol).
Neste sentido, a comunidade virtual é como um bar ou praça aonde os sujeitos buscam
diversão ou conhecimento o que é efetivado pelo discurso escrito/comunicação.
Para Berger & Luckmann, nas interacções humanas estão presentes heranças socializantes
porque toda a produção humana só pode existir na e pela sociedade.Para estes autores, o encontro real é o verdadeiro encontro, que é uma “sensação de
espelho”.
Os utilizadores dos ambientes virtuais recorrem à linguagem escrita para expressar o que
não se vê nesse espelho ,através dos emoticons ,”linguagem de sinais”.
Como forma de compensar a ausência de gestos, expressões, entoações, os participantes
recorrem a expressões pessoais que denotam emoções, sentimentos e valores.
O feedback da interação é-nos dado através de comentários, resposta a questões,
demonstrando-se que se está atento ao outro.
As relações interpessoais na Web seguirão uma cultura da"hodiernidade".
“As interacções e as relações interpessoais vão, nos ambientes virtuais responder com as
“linguagens culturais” que compreendem e comunicam, embora carregadas com os sentidos dos
seus membros, sentidos esses condizentes com a sua época e tempo cultural.”
A interação entre os participantes que intervêm no processo de aprendizagem está
impregnada de manifestações sociais. Os participantes interagem e independentemente do
ambiente as suas heranças sociais estão presentes.
A arquitectura e “engenharia” criada no ambiente virtual de aprendizagem constituem
factores preponderante pois terão de existir locais favoráveis à manutenção e “alimentação” da
interacção social necessária à construção do sentimento de comunidade.
A interacção social em ambientes virtuais de aprendizagem implica referência a
experiências e ao processo de socialização dos indivíduos donde resultam vínculos afetivos e a
noção de comunidade, fruto da necessidade de uma maior interacção/comunicação.
Cultura, sociedade, linguagem e webs, todas elas são construídas pelo homem, produtos e
produtoras de homens.
A virtualização da educação num ambiente propício implica cumplicidade com a era
vigente e a sua mentalidade.
Com base num estudo de participantes num curso online, os resultados revelaram que,
efetivamente, a qualidade do curso e o modelo pedagógico que o sustenta são fundamentais para
o êxito educacional.
No final do mesmo, verificou-se um aumento e melhoria dos conhecimentos informáticos e
sobre internet. Concluiu-se também que o sucesso do curso se deveu à vivência de uma efetiva
interação, associada ao sentimento de pertença a uma comunidade e ao bom relacionamento
interpessoal.
A percepção da presença social não passou necessariamente por encontros presenciais,
mas por interacções virtuais ocorridas no ambiente virtual de aprendizagem, em que os indivíduos
se envolveram pela criação de condições de aprendizagem, para o que contribuiu, sem dúvida, a
interação social e o sentimento de pertença a uma comunidade à distância/virtual/online.

A mudança da Web para Web 2.0

“Tarefa 2-Reflexão de Manuela de Fátima”
A mudança da Web para Web 2.0 implica mudanças ao nível das bibliotecas, que necessitarão de um novo paradigma para a biblioteconomia, entendida como arte de organizar e dirigir bibliotecas.
Web 2.0 é um termo cunhado em 2003 pela empresa norte-americana O’Reilly Media para designar uma segunda geração de comunidades e serviços baseados na plataforma Web ,como Wikis, aplicações baseadas em folksonomia e redes sociais.
As tecnologias proporcionadas pela Web 2.0 (mensagens síncronas –IM( instant messages)- e streaming media, blogs, wikis, redes sociais, tagging ,alimentadores RSS( Really Simple Syndication) e mashups )podem forçar mudanças no modo como as bibliotecas oferecem acesso às coleções ,bem como no suporte do utilizador para ter esse acesso, utilizador que passa a desempenhar um papel central.
O sujeito está no centro da atual (r) evolução tecnológica em curso.
Os utilizadores tornam-se participantes ativos na construção do conhecimento, recorrendo a serviços e funcionalidades novos.
Trata-se de uma Web entendida como espaço interativo, possibilitando a comunicação, troca de impressões, partilha de ideias e voltado para questões tecnológicas e multimédia, aplicando-se aos serviços e coleções de bibliotecas.
Surge pois uma nova forma de as pessoas se relacionarem com a net e é isto que, mais do que uma tecnologia, define a Web 2.0.
Miller (2005) diz precisamente que a Biblioteca 2.0, termo que nasceu com Michael Casey no seu blog libraryCrunch em 2005, resulta da aplicação do pensamento e das tecnologias aos serviços e coleções da biblioteca.
Defende-se uma teoria da Biblioteca 2.0, associada a alguns aspetos essenciais, a saber, uma centralização no utilizador, criador dinâmico de conteúdos (recursos) e serviços da web, tal como o bibliotecário; uma experiência multimedia, pois as coleções e serviços da Biblioteca 2.0 não se desligam do audio nem do vídeo; uma biblioteca que aposta numa interação social que resulta da comunicação, diálogo e partilha entre os utilizadores e entre estes e os bibliotecários de recursos/conteúdos, partilha síncrona (IM) ou assíncrona (wikis); uma biblioteca inovadora que acompanha as mudanças da comunidade em que se inscreve, preocupando-se com facilitar o acesso à informação pelos utilizadores.
A preocupação com os utilizadores e com o facilitar o acesso à informação existe e eles contribuem para a criação de recursos e avaliam-nos. Ou seja, existe uma comunidade que interage e partilha recursos numa rede social de colaboração, através da webpágina e /ou blogue, espaços de criação ativos e interativos onde os multimédia também marcam presença.
O recurso a todas as aplicações e tecnologias Web mencionadas será efetivamente revolucionário para as bibliotecas.
A coleção tornar-se-á interativa e mais acessível; a grande preocupação da Biblioteca e dos bibliotecários será facilitar o acesso à informação, apostando numa alfabetização informacional, válida ao longo da aprendizagem da vida.
Mais do que um lugar onde se encontram livros e revistas será um espaço que interage com a comunidade, com o bibliotecário e partilha conhecimento, criado por todos.
E é aqui que se coloca a questão das diversas aplicações tecnológicas oferecidas pela Web 2.0.
Mas temos que considerar uma verdade dura de aceitar:
” Learning and implementing Web 2.0 requires resources, time, effort and patience”, sobretudo se considerarmos o contexto particular da sala de aula, agora alargado ao espaço da Biblioteca e aos serviços por ela prestados.
A BE, face aos desafios colocados pela Web 2.0, deve ser entendida no contexto da sua missão e objetivos, no contexto da escola e dos diferentes sistemas com os quais interage.
Deve ainda ser entendida no contexto da sociedade de conhecimento, um novo paradigma que confrontou a escola com diferentes modelos de aprendizagem/construção do conhecimento.
É um paradigma que implica necessariamente um alargamento das literacias de acesso à informação e construção do conhecimento numa sociedade em rede e onde a informação está à distância de um rato.
Também neste contexto se promove a competência informacional tão necessária numa sociedade de informação e conhecimento. A valorização da capacidade para saber associada ao saber onde encontrar informação é mais importante do que simplesmente sabê-la.
Os dados são usados e re-usados pelo utilizador (mashups) e redes sociais são construídas. São estas redes /conexões diversas que facilitam a aprendizagem [Connectivism (Seimens,2004).
O ensino potencia os usos tecnológicos que facilitam aquele. Uma aprendizagem assim desenhada centra-se na produção e nos objetivos - falar, ouvir, ler, escrever.
De qualquer forma, todos os recursos de aprendizagem da Web 2.0 (wikipedia, blogs…) fomentam a criatividade e autonomia dos estudantes.
A criação de uma enciclopédia online –wikipedia -resultante da partilha e entreajuda de todos os utilizadores ,constituindo um recurso/conteúdo sujeito a revisão editorial pelo professor bibliotecário poderia ser realizado na minha escola, com o objetivo de promover a inovação e sobretudo a aprendizagem ao longo da vida.
Segundo Forrester, existem sete categorias Web 2.0 que promovem a comunicação da Biblioteca pública: blogs, mashups, podcasting, RSS, redes sociais, wikis e widgets.
São tecnologias digitais que pretendem ligar pessoas, através de novas formas de interação que substituem o face- a -face da BE tradicional, fomentando a criação de relações sociais mais próximas e forjando novas relações virtuais e comunidades ,mesmo com os que não são utilizadores.
A participação dos utilizadores que comentam, acrescentam ideias na página Web do Crelorosae contribuem para essa comunicação.
Esta interação liga-se também à partilha de recursos/ conteúdos (texto, vídeo, áudio)publicados pelos utilizadores que representam uma comunidade online.
As bibliotecas encorajam os utilizadores a formar grupos em torno de temas, autores ou livros de interesse através de uma presença online da Web 2.0. O que também é feito na minha BE da forma já referida.
O fornecimento da informação resulta assim de uma atividade interativa que inclui criação de dados pela comunidade e publicação coletiva.
Embora exista publicidade diversa e recomendações através do blogue e/ou webpágina, poderia também proceder-se a um sistema de tags , bem como classificação da biblioteca mais ampliado.
O bibliotecário pode e deve ser o filtro da informação, alertando os utilizadores para as classificações de recursos mais importantes ou mais valiosas.
A presença online da biblioteca pode pois acontecer através de serviços de desenvolvimento dos leitores, como revisões de livros, grupos de discussão, classificações e sugestões. Ou seja, os utilizadores criam serviços da Biblioteca, ocorrendo uma personalização.
Pode falar-se em SOPAC (Social OPAC -John Blyber, 2007), uma rede de ferramentas sociais integradas no catálogo da Biblioteca que permite aos utilizadores rever, classificar, comentar e indexar itens (Blyberg,2007).
Neste aspeto, o Crelorosae falha, pois não permite que os utilizadores colaborem na elaboração do catálogo.
A criação de blogs pelos bibliotecários (biblioblogosfera), a permissão de publicação de comentários das coleções e entradas no catálogo e ainda o bookmarking ,que permite também a partilha de comentários dos utilizadores são provas dessa SOPAC e que poderiam ser implementadas na minha escola no que se reporta a coleção ,catálogo e bookmarking.
A biblioteca do século XXI utiliza de forma integrada dispositivos ou equipamentos que permitem o acesso e produção da informação (literacias implicadas).
Integra-se numa escola promotora das literacias e competente no uso dos recursos de informação.
A tarefa da BE será preparar os seus públicos para as literacias necessárias ao acesso e uso da informação em ambientes digitais, literacias de natureza operacional , mas também crítica.
Obviamente que tal suscita outras reflexões que se prendem com a necessidade de infraestruturas tecnológicas e recursos humanos qualificados, a complexificação do ato de gestão e das competências do professor bibliotecário, que exigem a definição de uma política e criação de novas ferramentas/novos ambientes de disponibilização da informação e contato com os utilizadores e, por fim, o alargamento da coleção a novos formatos e a transformação da BE num ponto de acesso a documentos fora de portas, longe do espaço físico, que é substituído pelo virtual, remoto.
O professor bibliotecário deverá reunir qualidades específicas, que implicam um conhecimento profissional (conhecimento do processo de ensino -aprendizagem, da comunidade escolar e do currículo, conhecimento especializado de tecnologia e gestão da biblioteca). Essas qualidades passam também pela boa prática profissional, que se evidencia através da criação de um ambiente de aprendizagem proporcionado aos alunos, motivador e rico em informação, colaboração na elaboração de recursos, visando promover e melhorar as literacias da leitura e informação, disponibilização de serviços de informação, avaliação da aprendizagem dos alunos ,serviços e programas que informam sobre as práticas dos professores.
O compromisso profissional, igualmente imprescindível , implica a promoção da aprendizagem ao longo da vida, o compromisso com os princípios de aprendizagem ,a demonstração de liderança na comunidade educativa, a participação nas redes de educação.
Os utilizadores acedem a múltiplas formas de texto, som, imagem, vídeo, o que diversifica grandemente as formas de apropriação do conhecimento.
As bibliotecas afiguram-se neste contexto como importantes veículos de acesso à informação e promoção das literacias da informação e os professores e instituições devem integrar meios, tecnologias, serviços webemergentes e ferramentas da Web social , premiando inovação e boas práticas.
Não podemos porém esquecer que o recurso a ferramentas da Web exige cada vez mais competências de literacia digital no contexto de uma escola do século XXI.
São três as literacias críticas neste contexto: literacia da informação, ou seja, maior ou menor capacidade de com-preender e usar informação escrita, permitindo o desenvolvimento social; literacia digital, ou seja, uso eficaz de pc’s, redes…e sua informação; literacia tecnológica, competências básicas no âmbito das tecnologias.
Embora as três sejam relevantes porque acabam por se complementar, é efetivamente a literacia da informação que se relaciona de forma lata e transversal com uma aprendizagem que deverá ser feita ao longo da vida., que se torna mais significativa quando resulta de um processo interdisciplinar e ligado a necessidades da vida real.
Cabe à escola e à BE/CRE a promoção dessas competências.
Numa sociedade do século XXI, que se carateriza por uma grande evolução tecnológica que facilita a criação de comunidades que interagem e partilham informação, sendo pois criadores da informação, mas também críticos, surge uma BE marcada por essa evolução e que a ela recorre no processo de aprendizagem pela promoção de literacias, que competem também à escola, visando sempre a construção do conhecimento, numa sociedade do conhecimento.
O papel do professor bibliotecário torna-se relevante pois deverá contribuir para esse processo através de uma gestão e organização da BE/CRE entendida neste sentido mais lato.
A BE deve incentivar e apoiar a escola na mudança, que deverá garantir um acesso à informação por cada um dos utilizadores da BE. São estes que criam os recursos e serviços da BE, recorrendo às ferramentas tecnológicas da Web 2.0.
Segundo O’Reilly( 2005),as páginas pessoais tornam-se blogs, as enciclopédias ,wikipedias (enciclopédia online que tem 120 sites de redes sociais),os tutoriais baseados em texto incluem aplicações streaming media(áudio, vídeo),apresentando um carácter mais experimental e inovador, a taxonomia torna-se folksonomia, as questões de pergunta -resposta para apoio do utilizador tornam-se MI.
No Crelorosae, existe um blog associado a uma Web página, como já foi referido, mas também tutoriais que incluem aplicações streaming. Poderia promover-se a wikipedia e a folksonomia. As MI existem quanto mais não seja na plataforma de comunicação online.
A Web 2.0 oferece muitas aplicações tecnológicas/ferramentas que se podem colocar ao serviço da BE: as mensagens síncronas ou MI que permitem uma comunicação real e dinâmica entre utilizadores e bibliotecários para prover serviços de “referência por chat”, que podem substituir o face -a -face com o professor bibliotecário que presta assim atenção às necessidades dos utilizadores.
As MI tornaram-se mensagens multimedia pelo recurso ao áudio e vídeo (streaming media) ao serviço da Biblioteca, que pode colocar links para os seus serviços de referência por chat dentro dos seus próprios recursos.
Tal acontece na webpágina do Crelorosae.
As library websites estão a tornar-se cada vez mais importantes,
O website da biblioteca pode incluir um blog e ainda permitir o acesso a certas contas diretamente do site da biblioteca.
Os blogs e wikis são uma forma de publicidade e carecem de coordenação editorial .
Serão um desafio para o professor bibliotecário porque este terá que ser meticuloso quando adiciona um blog à coleção da BE.
Os wikis demonstram também que o conteúdo é criado e avaliado pelo utilizador, pois são páginas Web abertas onde qualquer pessoa se pode inscrever, publicando, melhorando, mudando.
Não sendo da mesma fidedignidade das fontes tradicionais, tal como as frequentes discussões que acontecem nas enciclopédias online , ou seja. wikipedias ,pois qualquer utilizador registado pode escrever, melhorar ou fazer qualquer outra edição ,estas ferramentas implicam que os bibliotecários revejam tudo, sendo pois um fiiltro da informação que passa.
Um wiki da BE é um serviço que fomenta a interação entre bibliotecários e utilizadores, movendo a sala de grupo de estudos online .Poderia ser uma aposta do Crelorosae.
Os utilizadores compartilham informação, fazem perguntas, respondem a questões e os bibliotecários fazem o mesmo num wiki e esses registos tornam-se recursos para a biblioteca prover como referência.
Os wikis e blogs evoluirão num ambiente mais multimédia com colaborações síncronas e assíncronas de áudio e vídeo.
Os blogs são novas formas de publicação e os wikis novas formas de sala de estudo. São soluções rápidas para colocar coleções e serviços da biblioteca na Web 2.0.É o que acontece no Crelorosae com a disponibilização de um catálogo online.
As redes sociais permitem MI, blogs , streaming media e tags.
Facebook, myspace, del.icio.us e flicker são redes sociais da web que permitem a partilha de recursos.
O facebook, em 2008., tornou-se um serviço público da biblioteca para fazer publicidade. A sua página dá detalhes de serviços e um espaço para discussão ou para pedir conselhos (2008).
O myspace é um site com vídeos, música e blogs.
Librarything é outra rede social que permite que os utilizadores cataloguem os livros e vejam opiniões dos outros sobre esses livros, recomendando. Isso permite uma comunicação assíncrona, a criação de blogs e colocação de tags nos seus livros. É um site para amantes de livros que poderia fazer parte integrante das práticas do Crelorosae.
A catalogação social , como o librarything é um serviço que constrói uma rede social em torno de livros e leituras. Nele podemos apresentar as nossas leituras e trocar impressões.
O catálogo de Web 2.0 pode ser comentado, a informação resulta de um processo,está centrada no utilizador ,considera o hipertexto e não o texto, faz a classificação dos produtos produzidos.
Tal poderia ser uma aposta do Crelorosae.
No domínio das ferramentas Web, pode destacar-se a pesquisa online através de motores de busca, o domínio de estratégias de pesquisa e recursos a guiões que potenciam a produtividade, o uso de plataformas de gestão da aprendizagem que disponibilizam conteúdos e atividades aos alunos e frequentemente a colaboração, o que também acontece na EBICC.
Os marcadores sociais criam e gerem um sistema de marcadores ou favoritos online que devem e podem ser classificados através de um sistema de etiquetas.
As aplicações Google desenvolvem trabalho colaborativo de forma fácil a quem tiver uma conta gmail.

As narrativas podem ser digitais com recurso às ferramentas digitais. O podcasting implica publicação de arquivos de media digital pela net usando um feed RSS que permite ao utilizadores acompanharem a sua atualização.
As redes sociais permitiriam que os bibliotecários e utilizadores interagissem, mas compartilhassem e transformassem recursos dinamicamentte num meio eletrónico.
Tagging permite aos utilizadores criar cabeçalhos de assunto para o objeto que tiverem em mãos.
Como Shanni (2006)descreve, tagging é essencialmente Web 2.0 pois permite aos utilizadores adicionar e modificar não só conteúdos(dados) mas o conteúdo que descreve o conteúdo(metadados).Outra aposta interessante.
No flick, os utilizadores etiquetam figuras, no Librarything rotulam livros; na Web 2.0 poderiam etiquetar a coleção da biblioteca e assim participar no processo de catalogação.
Embora fugindo à classificação padronizada, tagging permitiria uma indexação mais fácil de ler, facilitando a busca da informação (por cabeçalho de assunto).
Tags realizados pelos utilizadores e assuntos padronizados podem coexistir num catálogo da biblioteca 2.0.
O catálogo de tags seria aberto, centrado nos utilizadores, que acrescentam tags às fontes e disponível ao público. A biblioteconomia no seu melhor.
Seria um recurso/serviço útil ao processo de catalogação da coleção existente.
A organização do conteúdo permitida pelos RSS feeds, alimentadores RSS e outras tecnologias é outra aplicação da Web 2.0 com impacto nas bibliotecas.
As bibliotecas estão a criar alimentadores RSS para os utilizadores se inscreverem, incluindo atualização sobre os novos itens da coleção, novos serviços e conteúdos. O blogbridgeblogbridgelibratry (BBL) é um software que se pode instalar no servidor principal e que organiza não o conteúdo da biblioteca (os livros), ,mas a biblioteca(a construção).
BBL e redes sociais da biblioteca permitem que os utilizadores tenham uma página na biblioteca que organiza todos os conteúdos da mesma , o que os interessa, e a sua pesquisa elimina informação irrelevante.
Os mashups são aplicações híbridas onde duas ou mais tecnologias ou serviços são combinados num novo serviço.
A Wikibios é um site onde os utilizadores criam biografias online, misturando blogs com redes sociais.
A própria biblioteca 2.0 é um mashup, um híbrido de blogs, wikis, streaming media, agregadores de conteúdos ,IM e redes sociais.
É centrada no utilizador e dirigida por este; é um mashup de serviços tradicionais da biblioteca e serviços inovadores Web 2.0;uma biblioteca para o século XXI, rica em conteúdos , interatividade e atividade social.
O Crelorosae é uma biblioteca que representa um mashup pela existência de uma webpágina, blogue, streaming media, alimentadores RSS ,ao serviço da informação. Deveria porém integrar mais tecnologias facilitadas pela Web 2.0 como forma de garantir a colaboração dos seus utilizadores no catálogo da coleção existente através , por exemplo, do tagging.
A aposta na qualificação profissional da equipa coordenadora no que concerne o domínio das literacias digitais e tecnológicas seria pertinente ,dado o contexto da mesma.
E esperemos por uma nova geração Web !...

A Web 2.0 e a Biblioteca 2.0

A Web 2.0 e a Biblioteca 2.0 são uma forma diferente de os utilizadores e criadores encararem a net, pois recorrerão a esta para produzir informação, construir conhecimento, fruto de trabalho colaborativo que não esquece o recurso às novas aplicações tecnológicas oferecidas pela nova geração Web -a Web 2.0.
A Biblioteca 2.0 é “a aplicação de interação, colaboração e tecnologias multimídia ,baseadas em Web, a serviços e coleções de bibliotecas baseadas em Web.
A nova biblioteca pretende responder às reais necessidades dos utilizadores, melhorando os seus serviços constantemente, alargando -os , implicando o utilizador nesse processo, que fará parte de uma comunidade que interage e partilha recursos, integrando multimédia (áudio e vídeo) na sua página Web. Defende-se uma teoria da Biblioteca 2.0, associada a alguns aspetos essenciais, a saber, uma centralização no utilizador, criador dinâmico de conteúdos (recursos) e serviços da web, tal como o bibliotecário; uma experiência multimedia, pois as coleções e serviços da Biblioteca 2.0 não se desligam do audio nem do vídeo; uma biblioteca que aposta numa interação social que resulta da comunicação, diálogo e partilha entre os utilizadores e entre estes e os bibliotecários de recursos/conteúdos, partilha síncrona (IM) ou assíncrona (wikis); uma biblioteca inovadora que acompanha as mudanças da comunidade em que se inscreve, preocupando-se com facilitar o acesso à informação pelos utilizadores
Refira-se porém que não é essencial à aprendizagem, mas pode ser uma forma de aprendizagem, pois implica obrigatoriamente os utilizadores/alunos no seu processo de forma criativa e inovadora e portanto mais produtiva.
Por sua vez, o recurso a aplicações online grátis da Web 2.0 ,como blogs e wikis, podcasting, social network services e serviços de aprendizagem Web.2.0 pode ser mais ou menos complexo.
Por exemplo, os blogs e wikis podem ser objeto de leitura ou simples inscrição, mas também podem fomentar o juntar ideias de interesse, o partilhar conhecimento com os colegas, o comentar/ajudar a editar ou mesmo, num processo mais complexo, o produzir o projeto de turma.
Nigel Lancaster interroga-se sobre como a Web 2.0 e as ferramentas das redes sociais podem alargar as bibliotecas e seus recursos a um público mais amplo.
É uma comunidade online, uma rede de pessoas que partilham interesses ou objetivos (“communities of practice-Lave&Winger,1991).É uma “social networking community”.
O software Web 2.0 pode ser usado pelos bibliotecários para promover, publicitar através de ferramentas, como revisões fundamentadas, pesquisas recentes, classificação das bibliotecas, recomendações e tags.
A informação integrada e personalizada funciona a nível individual e organizacional.
O professor dispõe de vários recursos de fácil acesso, devendo promover nos alunos a reflexão, a correção da expressão oral e escrita , a inovação e criatividade, associadas ao trabalho em equipa e relacionamento entre os conhecimentos e sua aplicação à realidade.
O conhecimento e uso de equipamentos como pc’s na busca de informação (literacia digital) podem trazer vantagens para a aprendizagem. Por sua vez, o utilizador deverá conhecer e selecionar criticamente os equipamentos e ferramentas mais eficazes para o desenvolvimento de outras literacias.
A Web evolutiva deve acompanhar a biblioteca evolutiva como meio para facilitar a inovação e experimentação em serviços eletrónicos na BE.
A biblioteca 2.0 torna as coleções e serviços mais interativos e centrados no uilizador ,possibilitando que os consumidores de informação contatem com os produtores e se tornem co-produtores, estabelecendo desta forma uma linha muito ténue entre bibliotecário e utilizador, criador e consumidor, autoridade e novato.
Tal mudança acarreta a relevância atribuída à alfabetização informacional que permite a aprendizagem.
Por exemplo,os blogs são páginas Web de fácil edição que seguem um conceito cronológico; os wikis são ferramentas de edição colaborativa rápida e fácil de consultar.
Trata-se sobretudo de participação, interação, alargamento do saber, resultante da partilha de uma comunidade que se cria, assente numa “architecture of participation”,pois os serviços são grátis e de fácil acesso através do internet browser
Sugere-se pois que a comunicação/diálogo através de discussões de grupo e atividades online com recurso à Web 2.0 melhora e é potenciada.
O serviço online tradicional a par do novo são complementares do acesso à informação por CRM (Customer Relationship Management).
Segundo Nigel Lancaster,”library chiefs need to focus on increasing their status within the local authority as well as on embracing new ways of working and technology, if they are to make the most of the opportunities offered by Web 2.0”
A existência de uma política nacional de informação e de um quadro legislativo que a suporte serão importantes para o progresso do país.
A informação deve ser reconhecida como recurso estratégico para o progresso social.
Com este panorama, a função da Biblioteca e dos bibliotecários será extremamente importante pois deverão promover a alfabetização informacional. Para tal, deixarão de criar sistemas e serviços, habilitando os utilizadores a criá-los para si.
A Web como plataforma favorece a criação de uma conexão por meio de comunidades de utilizadores com interesses comuns. Essa participação ativa dos utilizadores é o sustentáculo da Web 2.0,pelo acréscimo de valor à rede, permitindo a qualquer um criar conteúdos e avaliar os que encontra (ratting).
Uma comunidade virtual centralizada no utilizador e assente na interação entre os utilizadores, acreditando em serviços eletrónicos ao serviço da biblioteca de forma inovadora, eis a Biblioteca 2.0.
Cria-se um OPAC (Online Public Access Catalog) personalizado que inclui acesso a MI(Mensagens Instântaneas), alimentadores RSS, blogs, wikis, tags e perfis públicos e privados na rede da Biblioteca. É um interface de rede social que o utilizador desenha.
Aprender e ensinar na era digital pressupõe pois interação, ambientes digitais/virtuais, conetividade e recurso ao multimédia para transmitir informação criada pelos
A pesquisa e estratégias de pesquisa da informação, a sua avaliação crítica, a recolha, que implica questões éticas e jurídicas estão na base de um processo de aprendizagem que parte de um problema, que com recursos se procura resolver, reunindo a informação selecionada, sujeita a análise e posterior avaliação .
.
Todas estas competências da informação são uma ferramenta de aprendizagem ao longo da vida, que se torna mais significativa quando resulta de um processo interdisciplinar e ligado a necessidades da vida real.
A promoção e desenvolvimento destas competências numa sociedade de informação, que é a sociedade do conhecimento do século XXI, caberá às escola, BE e professores bibliotecários, que deverão trabalhar conjuntamente para favorecer a construção de recursos/conteúdos partilhados.

Escola e Biblioteca evolutivas...

A Escola e a Biblioteca devem responder à evolução tecnológica e digital. A escola evolutiva deve acompanhar a biblioteca evolutiva.
Neste contexto, o que se desenha é uma nova geração de bibliotecas e de serviços providenciados por estas. A particularidade é que se criam comunidades online que interagem e partilham recursos/conteúdos que servem a BE/CRE.
Os utilizadores são o centro desta nova Bibiblioteca, sendo privilegiado o processo que facilita a busca da informação em detrimento da informação por si.
Tal processo justifica-se porque a BE/CRE e o professor bibliotecário devem efetivamente promover as literacias de informação, transversais em termos curriculares e como fazendo parte do processo de aprendizagem ao longo da vida(a par da digital e tecnológica).
É a Web 2.0 ao serviço da Biblioteca 2.0 ,uma biblioteca onde os serviços providenciados são criados coletivamente e com recurso a diversas aplicações tecnológicas.

Numa sociedade do século XXI, sociedade de conhecimento e privilegiadora da informação, temos que, efetivamente , repensar a função da BE, Centro de Recursos, mas também o papel do professor bibliotecário.
A existência de infraestruturas tecnológicas também é importante e para tal tem contribuído o PTE.
De qualquer forma, há um longo caminho a percorrer pela maior parte das nossas BE ,pois há lacunas em termos de formação de algumas equipas ,o que nos faz pensar nos exigentes atributos que surgem inerentes ao professor bibliotecário, que envolvem conhecimento profissional ,boa prática profissional e compromisso profissional, igualmente imprescindível .
O objetivo é contribuir para a aprendizagem dos alunos de forma interativa ,pela partilha de recursos/conteúdos e construção do conhecimento ,processo que resulta de interação ,mas também de uma crescente autonomia e valorização da vertente criativa e inovadora ,pelo recurso às diversas tecnologias da Web 2.0.
Numa sociedade do século XXI, que se carateriza por uma grande evolução tecnológica que facilita a criação de comunidades que interagem e partilham informação, sendo pois criadores da informação, mas também críticos, surge uma BE marcada por essa evolução e que a ela recorre no processo de aprendizagem pela promoção de literacias, que competem também à escola, visando sempre a construção do conhecimento, numa sociedade do conhecimento.

O twitter e as bibliotecas

O recurso a blogs por bibliotecários e bibliotecas visa essencialmente disseminar informação.
O microblogging é uma forma de publicação de blogue que permite breves atualizações de texto numa rede de interação/comunicação e partilha.
O twitter é a primeira aplicação Web dos microblogues.
O twitter é essencialmente sinónimo de conversação; é uma ferramenta da Web 2.0 que permite a interação , a partilha de informação, num curto espaço de publicação de mensagens (tweets).
Dá também a conhecer “o que está a acontecer” a todos aqueles que sejam seguidores .
As bibliotecas podem recorrer ao twitter para anunciar novidades, desde exibições até links, informações práticas sobre os seus serviços e seu funcionamento, informações sobre recursos da biblioteca…
Podem ainda adicionar recursos à lista das contas que seguem, jornais locais, fontes nacionais ou internacionais.

Blogues -que objetivos? Que tipo de informação apresentam?

Um mundo !! Ao viajarmos por estes blogues de bibliotecas é realmente a primeira ideia que nos vem à cabeça !...
Basicamente, destinam-se a publicar as atividades desenvolvidas na e pela biblioteca escolar , acompanhar o trabalho desenvolvido e a desenvolver nas escolas.
“Dar a conhecer as atividades realizadas na BE ao longo do ano” -lê-se no cabeçalho de alguns dos blogues visitados.
Faz-nos pensar nas reais potencialidades da Web 2.0 e na forma como as diversas aplicações tecnológicas/ferramentas se podem utilizar para compor um blogue.
É espantoso como a informação é veiculada , permitindo e promovendo sempre a interação , a colaboração e a partilha de conhecimento !
Trata-se de um saber em evolução, num processo dinâmico que envolve a BE/CRE e a Escola onde a mesma está integrada, servindo de ponte entre o que é realizado pela BE ,em articulação ou não com a Escola.
Um espaço coletivo, assente numa ideia – base , que é a ideia de “inteligência coletiva”.
Aliás, um dos objetivos dos blogues é essencialmente informar, mas também partilhar e permitir a colaboração coletiva de toda a comunidade, não limitada a alunos e professores, mas também pessoal não docente.
Divulgação de atividade ligada à leitura, livros e literacia, partilha de atividades em articulação com o currículo (Semana dos afetos em lerparacrer), semana da leitura ,PNL…através da constituição de tags, links para livros, partilha de informação nas redes sociais ,como o facebook (cf lerparacrer),publicitação de textos dos alunos, mesmo com recurso a streammedia, implementação de LibraryThing, com comentários que permitem acesso à coleção, presença do jornalonline, plataformas de aprendizagem…
Incluem também tags e inquéritos de satisfação a EE, no âmbito da promoção do livro e da leitura e bookmarks ,informações sobre o PDC e sua divulgação, catálogo online, guiões que permitem a aprendizagem , sendo a BE/CRE garante dessa; recurso a ferramentas como o DIggo , que melhoram a pesquisa, partilha e colaboração na realização da informação e do saber; informações sobre como instalar essas ferramentas Web para enriquecer o blogue!
Um mundo , efectivamente!