Um espaço de reflexão,fruto de leituras e também(porque não?) de troca de ideias...
domingo, 27 de março de 2011
Reflexão tardia , mas pertinente!
Devo confessar que julgava que não seria necessário senão publicar os nossos trabalhos ao longo dos vários módulos, até porque (e falo por mim) as reflexões já estão incluídas mos mesmos. De qualquer forma, deixo aqui muito brevemente uma pequena reflexão sobre cada um dos módulos e mais concretamente sobre a minha evolução ao longo dos mesmos, no que respeita aprendizagem realizada!... Digamos que creio que, neste momento ,o meu conceito de info - excluida está definitivamente esclarecido. Ser uma formanda online num sistema de ensino –aprendizagem online fez-me entrar num mundo completamente novo para mim e desenvolveu ou despertou em mim a vontade de saber mais, nunca deixando de me espantar com as potencialidades de uma aprendizagem tão diferente da tradicional. Afinal, também se pode interagir à distância e partilhar informação e conhecimento. Isto pode eventualmente ser aplicado não contexto escolar quer na BE/CRE ,quer na sala de aula com os nossos alunos. O conceito de Web 2.0 e as suas potencialidades para a BE levanta uma série de questões relacionadas com um conceito de informação e sociedade de informação /conhecimento do século XXI. Sociedade , informação e bibliotecas surgem pois a par, devendo fomentar a construção do conhecimento pelo acesso que permite a REA ou mesmo pelo recurso a várias ferramentas que tornam os conhecimentos produto de partilha, colaboração e interatividade. A informação pode mesmo ser editada, selecionada ,corrigida e comentada. O twitter como forma de microblogging é uma aplicação Web de publicação de blogue. A ideia é muito simples: uma caixa de texto com espaço para escrever 140 caracteres e uma pergunta: O que está a acontecer? A disponibilização nas Redes informáticas e a sua introdução nas escolas veio contribuir para que a natureza do ensino se modificasse. Forma atrativa de auto-aprendizagem . Também as redes sociais, como o facebook,HI5 myspace… vieram tornar o conhecimento cada vez mais social! Pessoalmente, reconheço que possa ser motivante para algumas pessoas a partilha online de informação. Eu não faço parte de nenhuma rede social !A web como plataforma de inteligência coletiva é um facto. É possível criar uma conexão por meio das comunidades de utilizadores com interesses em comum. Muitos destes sítios tornaram‐se verdadeiros aplicativos (ex. Google, que disponibiliza processador de texto, gestor de correio, folha de cálculo, apresentação electrónica, agenda, agregador de Bibliotecas Escolares e a Web 2.0 . Na base da Web 2.0 está a participação dos utilizadores: eles acrescentam valor à rede, o serviço melhora quanto mais pessoas o usam, qualquer utilizador pode criar conteúdos e avaliar os que encontra (ratting).” Social bookmarking e sua etiquetagem por tags representam formas de seleção, avaliação e partilha de informação. E sobretudo formas de organizar e indexar a informação de forma a que os utilizadores não se percam na pesquisa pretendida. Indexar e organizar a informação recolhida pelos marcadores também é permitido e facilitado por outra ferramenta da Web 2.0 :o Diigo. A partilha de conteúdos, utilizando ferramentas que são novidade pode suscitar certos problemas em termos da sua viabilidade. Foi o que me aconteceu quando procurei elaborar um tutorial sobre o googledocs usando o screencast e o jing. Até percebi a teoria ,mas depois… Mas como em tudo, por se perder uma batalha ,não quer dizer que se perca a guerra!... Neste módulo, aprendi como se pode recorrer ao multimédia, audio e vídeo, slideshares para produzir conteúdos e partilhar informação. Como em qualquer processo de ensino-aprendizagem ,também ,no que respeita BE/CRE, a informação disponibilizada deve ser avaliada, no sentido de melhorar a qualidade dos serviços prestados. Neste sentido, a avaliação de RED é muito relevante. Os RED devem obedecer a diversos parâmetros que passei a considerar,olhando,de forma mais crítica para o que vejo. Os Feeds ou canais RSS visam permitir a distribuição de conteúdos e notícias de blogues e páginas Bibliotecas Escolares e a Web 2.0. A grande vantagem com o RSS é o facto de que já não recebemos a informação por e-mail. Utilizamos um agregador ou leitor de feeds, um programa ou uma página Web na qual podemos ver todas as actualizações que houve nas páginas e blogues cujos feeds subscrevemos, sem a necessidade de enchermos a nossa caixa de correio de e-mail ou sobrecarregarmos os nossos favoritos. Um agregador ou leitor de notícias é um tipo de software que serve para seguir os blogues e canais de notícias em formatos RSS, Atom ou RDF. O agregador reúne as notícias ou post publicados nos sítios Web e blogues que subscrevemos e mostra as novidades ou modificações que se produziram desde a nossa última leitura. Estes programas podem ser de diversos tipos,como aplicações baseadas na Web (Bloglines,Google reader, netvibes,newsgator).
• Como promover a utilização de recursos de reconhecida qualidade?
Uma forma de promover a utilização de recursos de qualidade poderia passar pela avaliação e atualização resultante da etiquetagem realizada por reconhecidas autoridades na matéria. Considerando o contexto escolar propriamente dito, isto implicaria uma seleção e etiquetagem de recursos, partilhados e publicados por profs das diversas áreas curriculares e orientações em contexto de sala de aula para pesquisa orientada dos mesmos conteúdos/informações.
http://biblioteca-baiao.blogs.sapo.pt/54053.html
O blogue da biblioteca da Escola EB23/S de Baião (Agrupamento de Vale de Ouvir) é um bom exemplo de como o blogger pode funcionar como fonte de informação atualizada e pertinente a uma comunidade escolar. É um serviço que se presta a um serviço! A informação reunida resulta da partilha de toda a comunidade; de um processo de posts dos feeds, comentários de tudo o que é apresentado, visionado ou ouvido, reunindo assim recursos multimédia diversos. O social bookmarking da biblioteca desta escola (DELICIOUS) comprova-o. Trata-se de um blogue claro quanto ao seu propósito, destacando o título como sendo o nome da Escola que o desenvolve. Missão: servir a comunidade, partilhar conteúdos, trabalho e atividades . A Autora está bem identificada, oferecendo formas de ser seguida. O conteúdo apresenta factos e opiniões, comentários adequados ao público-alvo, sendo coerente com a sua missão educativa de partilha e colaboração . A informação é pertinente, adequada ao destinatário e as fontes de hiperligações ou outros conteúdos são apontadas, sendo pois respeitados os direitos de autor. Há uma atualização da informação ,como se pode ver pelo arquivo do blogue. Existe correção linguística e adequação ao currículo, promovendo a interação necessária e ideal entre a BE e as áreas curriculares. A pesquisa é fácil e existem inclusive motores de busca na página para facilitar a mesma. A apresentação gráfica é agradável à vista, não sendo de todo um ruído nem impertinente nem desadequada à informação apresentada. A comunicação é facilitada por esse aspeto. A mesma acontece pela possibilidade de interatividade ,mediante posts e comentários do que é apresentado. Imprimir e enviar por mail são algumas das características da acessibilidade. Enfim, um exemplo a seguir!!
RSS readers e agregadores de conteúdos ao serviço da BE/CRE
RSS, blogues ou qualquer outra ferramenta podem ser grandes aliados no trabalho das bibliotecas! A criação de um canal RSS na página da BE permite divulgação de informação relacionada com as atividades levadas a cabo pela mesma, promovendo também a sua imagem, como espaço escolar privilegiado. A tecnologia RSS permite a distribuição de conteúdos escritos, audiovisuais e multimédia. Neste sentido, os RSS readers, agregadores de conteúdos ( Really Simple Sindication )representam uma linguagem para agregar notícias ,informações/conteúdos da Web. Os feeds são canais RSS cujo objetivo é facilitar a distribuição de conteúdos ,notícias de blogues e páginas Web. O conhecimento atualizado acontece simplesmente, sem necessitar da pesquisa do user, bastando para tal que usemos um agregador ou leitor de feeds ,um programa ou a página Web, onde podemos ver as atualizações das páginas e blogues cujos feeds subscrevemos. As aplicações baseadas na Web são bloglines, googlereader,netvibes e newsgator. O Google reader permite selecionar, editar, etiquetar e eliminar informação, ou seja, permite gerir toda a informação apresentada na aplicação. Desta forma, o conhecimento resulta ,em parte ,de um trabalho colaborativo; da partilha de observações que funcionam como uma espécie de etiquetagem/rating e /ou avaliação daquilo que se lê. É o desenvolvimento das literacias da informação e digital que está em foco!
terça-feira, 22 de março de 2011
Partilha de conteúdos!...
• Que tipo de conteúdos a BE deve disponibilizar aos seus utilizadores?
Questões que nos levam a ponderar múltiplos fatores inerentes à gestão da BE/CRE no/do século XXI.
Uma vez mais, é de relembrar que o termo Web 2.0 refere-se a “uma mudança na forma como a internet é encarada por utilizadores e desenvolvedores”.
Os conteúdos disponibilizados aos utilizadores devem servir as suas necessidades curriculares, isto considerando que falamos de uma BE/CRE.
Numa sociedade de informação, onde esta domina, inclusivamente ao nível dos recursos digitais, os alunos sentem grande dificuldade em selecionar informação, pelo que cabe à BE o relevante papel de selecionar os recursos adequados ao currículo e nível etário.
O social bookmarking permite esse serviço; a constituição de bibliotecas digitais pode também obrigar as bibliotecas escolares a tomar decisões sobre o tipo de conteúdos que esses novos serviços integrarão.
Os recursos selecionados pela BE devem satisfazer critérios pré-definidos de qualidade nas suas dimensões essenciais para um uso eficaz dos conteúdos no processo de ensino -aprendizagem cumprindo a sua finalidade educativa.
• Como institucionalizar uma prática de avaliação de recursos na BE?
É igualmente importante que, no seu plano de formação de utilizadores ,a biblioteca inclua avaliação dos recursos digitais, contribuindo para o desenvolvimento da literacia a informação.
Regulamentar a própria PDC como documento que pode definir novas regras de gestão documental e/ou de recursos, estabelecendo regras que obriguem a uma avaliação efetiva dos recursos disponibilizados e ao serviço de uma biblioteca em particular e de todo o espaço em que essa se insere é certamente relevante, neste contexto.
Para além de criarem recursos/conteúdos de forma colaborativa, os utilizadores , com a sua participação ,podem também avaliar os que encontram (rating),
• Como podemos envolver os utilizadores na produção/avaliação de conteúdos?
Fazê-los sentir parte da mesma comunidade é importante, criando a noção de um todo que partilha ,visando um mesmo objetivo.
O conteúdo online não é estático, mas dinâmico, o que se consegue com as conexões por meio de comunidades de utilizadores com interesses comuns.
Também porque as bibliotecas são produtoras de recursos, devem suscitar uma reflexão crítica sobre os conteúdos produzidos para manter a qualidade do serviço prestado, tornando fundamental o papel daquela na sociedade da informação.
De uma avaliação criteriosa e constante resulta uma melhoria dos serviços oferecidos.
Por exemplo, os recursos em formato de Wiki (ex wikipedia) permitem que os utilizadores se tornem avaliadores e corretores da informação, num processo contínuo de melhoria/utilização.
A s bibliotecas devem tirar partido de novos meios, como as wikis , envolvendo a inteligência coletiva para melhorar os seus serviços através de uma OPAC social, por exemplo,
• Que desafios se colocam às BE na gestão das contribuições dos utilizadores?
O trabalho colaborativo e a partilha são dimensões bastante desafiantes por si só!
Lutar contra ou desenvolver a s potencialidades da Web 2.0 é efetivamente um grande desafio, que já está ganho em proveito dos que acedem à maior parte das bibliotecas digitais, onde ,embora haja ambientes híbridos, se denotam francamente a utilidades dos novos serviços disponibilizados à distância de um rato!
O youtube pode ser utilizado para promoção da biblioteca; filmes de visitas de estudo podem funcionar como material de aprendizagem.
A gestão da informação é uma das atividades -chave da sociedade atual.
A capacidade de procurar informação, saber analisá-la, avaliá-la e usá-la são as principais vantagens competitivas da economia do conhecimento e uma competência essencial que todos os alunos deveriam dominar ao concluir a escolaridade.
Os sistemas formais de avaliação de RED continuam a ser os instrumentos mais fidedignos e a sua implementação na BE uma necessidade incontornável.
• De que forma a BE pode promover o trabalho colaborativo baseado em recursos?
A participação de todos ao serviço de todos com uma utilidade pode promover o trabalho colaborativo. Por exemplo, na partilha de links de interesse geral, numa espécie de linkoteca; por exemplo, no recurso ao googledocs como forma de processar textos ligados a atividades da BE ,que poderão ser editados e corrigidos pelos que partilharem o mesmo doc; por exemplo, através da a criação de apresentações eletrónicas.
Quer o googledocs ,quer o wikispaces são plataformas online de trabalho colaborativo.
A consulta da wikipedia, enciclopédia online que pode ser atualizada e corrigida e onde se pode ver uma avaliação da informação como ponto de referência dos utilizadores, é outra forma de promover o trabalho colaborativo, que pode inclusive envolver o trabalho da BE em articulação com outras disciplinas de forma curricular, criando – se enciclopédias online fruto de trabalho de todos .
O recurso ao serviço web de youtube pode ser outro recurso interessante de partilha de vídeos, ficheiros multimédia, relacionados com a comunidade que os procura ou produz…).
Este serviço pode ser associado ao tagging para descrição do conteúdo através de comentários.
• Como promover uma atitude ética na utilização de recursos?
Em relação a esta seleção, há aspetos éticos a considerar ,como a não violação de direitos de autor, não partilhando o que esteja sujeito a copyright.
Entre os critérios de avaliação dos RED está a autoria que deve ser bem definida, o conteúdo que deve respeitar as fontes autoriais, respeitando exatidão, precisão e rigor.
As licenças Creative Commons fornecem informação aos alunos para garantir a permissão antecipada de uso do recurso.
A ética a par da informação nesta “sociedade do conhecimento”!!
Questões que nos levam a ponderar múltiplos fatores inerentes à gestão da BE/CRE no/do século XXI.
Uma vez mais, é de relembrar que o termo Web 2.0 refere-se a “uma mudança na forma como a internet é encarada por utilizadores e desenvolvedores”.
Os conteúdos disponibilizados aos utilizadores devem servir as suas necessidades curriculares, isto considerando que falamos de uma BE/CRE.
Numa sociedade de informação, onde esta domina, inclusivamente ao nível dos recursos digitais, os alunos sentem grande dificuldade em selecionar informação, pelo que cabe à BE o relevante papel de selecionar os recursos adequados ao currículo e nível etário.
O social bookmarking permite esse serviço; a constituição de bibliotecas digitais pode também obrigar as bibliotecas escolares a tomar decisões sobre o tipo de conteúdos que esses novos serviços integrarão.
Os recursos selecionados pela BE devem satisfazer critérios pré-definidos de qualidade nas suas dimensões essenciais para um uso eficaz dos conteúdos no processo de ensino -aprendizagem cumprindo a sua finalidade educativa.
• Como institucionalizar uma prática de avaliação de recursos na BE?
É igualmente importante que, no seu plano de formação de utilizadores ,a biblioteca inclua avaliação dos recursos digitais, contribuindo para o desenvolvimento da literacia a informação.
Regulamentar a própria PDC como documento que pode definir novas regras de gestão documental e/ou de recursos, estabelecendo regras que obriguem a uma avaliação efetiva dos recursos disponibilizados e ao serviço de uma biblioteca em particular e de todo o espaço em que essa se insere é certamente relevante, neste contexto.
Para além de criarem recursos/conteúdos de forma colaborativa, os utilizadores , com a sua participação ,podem também avaliar os que encontram (rating),
• Como podemos envolver os utilizadores na produção/avaliação de conteúdos?
Fazê-los sentir parte da mesma comunidade é importante, criando a noção de um todo que partilha ,visando um mesmo objetivo.
O conteúdo online não é estático, mas dinâmico, o que se consegue com as conexões por meio de comunidades de utilizadores com interesses comuns.
Também porque as bibliotecas são produtoras de recursos, devem suscitar uma reflexão crítica sobre os conteúdos produzidos para manter a qualidade do serviço prestado, tornando fundamental o papel daquela na sociedade da informação.
De uma avaliação criteriosa e constante resulta uma melhoria dos serviços oferecidos.
Por exemplo, os recursos em formato de Wiki (ex wikipedia) permitem que os utilizadores se tornem avaliadores e corretores da informação, num processo contínuo de melhoria/utilização.
A s bibliotecas devem tirar partido de novos meios, como as wikis , envolvendo a inteligência coletiva para melhorar os seus serviços através de uma OPAC social, por exemplo,
• Que desafios se colocam às BE na gestão das contribuições dos utilizadores?
O trabalho colaborativo e a partilha são dimensões bastante desafiantes por si só!
Lutar contra ou desenvolver a s potencialidades da Web 2.0 é efetivamente um grande desafio, que já está ganho em proveito dos que acedem à maior parte das bibliotecas digitais, onde ,embora haja ambientes híbridos, se denotam francamente a utilidades dos novos serviços disponibilizados à distância de um rato!
O youtube pode ser utilizado para promoção da biblioteca; filmes de visitas de estudo podem funcionar como material de aprendizagem.
A gestão da informação é uma das atividades -chave da sociedade atual.
A capacidade de procurar informação, saber analisá-la, avaliá-la e usá-la são as principais vantagens competitivas da economia do conhecimento e uma competência essencial que todos os alunos deveriam dominar ao concluir a escolaridade.
Os sistemas formais de avaliação de RED continuam a ser os instrumentos mais fidedignos e a sua implementação na BE uma necessidade incontornável.
• De que forma a BE pode promover o trabalho colaborativo baseado em recursos?
A participação de todos ao serviço de todos com uma utilidade pode promover o trabalho colaborativo. Por exemplo, na partilha de links de interesse geral, numa espécie de linkoteca; por exemplo, no recurso ao googledocs como forma de processar textos ligados a atividades da BE ,que poderão ser editados e corrigidos pelos que partilharem o mesmo doc; por exemplo, através da a criação de apresentações eletrónicas.
Quer o googledocs ,quer o wikispaces são plataformas online de trabalho colaborativo.
A consulta da wikipedia, enciclopédia online que pode ser atualizada e corrigida e onde se pode ver uma avaliação da informação como ponto de referência dos utilizadores, é outra forma de promover o trabalho colaborativo, que pode inclusive envolver o trabalho da BE em articulação com outras disciplinas de forma curricular, criando – se enciclopédias online fruto de trabalho de todos .
O recurso ao serviço web de youtube pode ser outro recurso interessante de partilha de vídeos, ficheiros multimédia, relacionados com a comunidade que os procura ou produz…).
Este serviço pode ser associado ao tagging para descrição do conteúdo através de comentários.
• Como promover uma atitude ética na utilização de recursos?
Em relação a esta seleção, há aspetos éticos a considerar ,como a não violação de direitos de autor, não partilhando o que esteja sujeito a copyright.
Entre os critérios de avaliação dos RED está a autoria que deve ser bem definida, o conteúdo que deve respeitar as fontes autoriais, respeitando exatidão, precisão e rigor.
As licenças Creative Commons fornecem informação aos alunos para garantir a permissão antecipada de uso do recurso.
A ética a par da informação nesta “sociedade do conhecimento”!!
domingo, 20 de março de 2011
Avaliação de Recursos Educativos digitais (RED) e lógica de trabalho da BE/CRE…
O crescimento exagerado de RED dificulta a seleção da informação pelos alunos, cabendo à BE o primordial papel de dar aos utilizadores (users) recursos selecionados de acordo com o seu nível etário e currículo.
O serviço de marcadores sociais(social bookmarking) permite prestar esse serviço; a construção de bibliotecas digitais também exige que as bibliotecas decidam quanto aos conteúdos desses novos serviços .
Uma facto é que os recursos selecionados pela biblioteca devem satisfazer critérios pré-definidos de qualidade nas suas dimensões essenciais, para permitir um uso eficaz dos conteúdos no processo de ensino-aprendizagem, cumprindo a sua finalidade educativa.
Também é relevante que ,no seu plano de formação de users ,a BE inclua a avaliação dos recursos digitais ,que é uma competência a desenvolver nos alunos e uma importante vertente na promoção da literacia da informação.
Dado que produzem recursos, devem fomentar a reflexão crítica sobre os que são produzidos para manter a qualidade dos serviço prestado, tornando fundamental o papel da biblioteca na sociedade de informação.
A gestão da informação é uma das atividades-chave da sociedade atual. A capacidade de processar informação eficazmente, saber analisá-la, avaliá-la e usá-la são competências essenciais que todos os alunos deveriam dominar ao concluir a escolaridade.
O desenvolviembto de sistemas de avaliação de RED (Nesbit “et al”(2002) deverá realizar-se para classificar e avaliar, recolher informações e orientações sobre como usar os recursos, avaliar a qualidade dos materiais educativos, contribuir para o desenvolvimento profissional, que pode aumentar através da avaliação.
Os RED, em Portugal, são gratuitos, produzidos por profs ou associações de profs e resultam em muitos casos de digitalização,o que condiciona a sua qualidade.
O aparecimento dos conteúdos de PTE poderão desenvolver a produção de RED.
A biblioteca deve ponderar a aquisição dos recursos e sua adequação
ao público.
A avaliação de RED deve contemplar as diferentes dimensões do recurso: técnica, de conteúdo, linguística, pedagógica e de valores e atitudes.
Para facilitar este processo, usam-se instrumentos de avaliação com critérios e parâmetros que permitem emitir juízos de valor sobre cada uma das dimensões.
Segundo Maria Pinto, essa avaliação considera a qualidade intrínseca do recurso, a contextual, a representativa e a de acesso.
Nem todos os parâmetros são observados e nem todos são igualmente importantes.
Os recursos de Wikis(por exemplo, wikipedia) permitem que os users se tornem avaliadores, corretores da informação, num processo contínuo de melhoramento da utilização.
As BE devem aproveitar a inteligência coletiva para melhorar os seus serviços(OPAC social, por exemplo).
Segundo Carlos Pinheiro,os critérios de avaliação dos RED abrangem tema, autoria, conteúdo, acesso e usabilidade, desenho gráfico e multimedia, comunicação, relação com o ultilizador, custos, conservação e comunicação e acessibilidade.
O RED é um produto de software ou um doc com uma finalidade intrinsecamente educativa; enquadrado nas necessidades do sistema educativo português e com identidade e autonomia ou docs que correspondem a padrões de qualidade previamente definidos.
Os três níveis de análise dos RED são o mecâncico (copy and paste), o criativo(fundamentação dos saberes) e o design(grandes projetos de software educativo).
O desconhecimento do currículo, uso de tecnologias ultrapassadas ,escassez de investimento em recursos humanos, financeiros e materiais na concepção e desenvolvimento dos produtos interferem boa qualidade dos RED.
A criação de um RED passa pela consideração do currículo/programa, tópicos, ferramentas /formatos ,conteúdos de apoio, módulo final e autoria.
As licenças Creative Commons fornecem ferramentas aos alunos para garantirem a permissão antecipada do uso do recurso.
O serviço de marcadores sociais(social bookmarking) permite prestar esse serviço; a construção de bibliotecas digitais também exige que as bibliotecas decidam quanto aos conteúdos desses novos serviços .
Uma facto é que os recursos selecionados pela biblioteca devem satisfazer critérios pré-definidos de qualidade nas suas dimensões essenciais, para permitir um uso eficaz dos conteúdos no processo de ensino-aprendizagem, cumprindo a sua finalidade educativa.
Também é relevante que ,no seu plano de formação de users ,a BE inclua a avaliação dos recursos digitais ,que é uma competência a desenvolver nos alunos e uma importante vertente na promoção da literacia da informação.
Dado que produzem recursos, devem fomentar a reflexão crítica sobre os que são produzidos para manter a qualidade dos serviço prestado, tornando fundamental o papel da biblioteca na sociedade de informação.
A gestão da informação é uma das atividades-chave da sociedade atual. A capacidade de processar informação eficazmente, saber analisá-la, avaliá-la e usá-la são competências essenciais que todos os alunos deveriam dominar ao concluir a escolaridade.
O desenvolviembto de sistemas de avaliação de RED (Nesbit “et al”(2002) deverá realizar-se para classificar e avaliar, recolher informações e orientações sobre como usar os recursos, avaliar a qualidade dos materiais educativos, contribuir para o desenvolvimento profissional, que pode aumentar através da avaliação.
Os RED, em Portugal, são gratuitos, produzidos por profs ou associações de profs e resultam em muitos casos de digitalização,o que condiciona a sua qualidade.
O aparecimento dos conteúdos de PTE poderão desenvolver a produção de RED.
A biblioteca deve ponderar a aquisição dos recursos e sua adequação
ao público.
A avaliação de RED deve contemplar as diferentes dimensões do recurso: técnica, de conteúdo, linguística, pedagógica e de valores e atitudes.
Para facilitar este processo, usam-se instrumentos de avaliação com critérios e parâmetros que permitem emitir juízos de valor sobre cada uma das dimensões.
Segundo Maria Pinto, essa avaliação considera a qualidade intrínseca do recurso, a contextual, a representativa e a de acesso.
Nem todos os parâmetros são observados e nem todos são igualmente importantes.
Os recursos de Wikis(por exemplo, wikipedia) permitem que os users se tornem avaliadores, corretores da informação, num processo contínuo de melhoramento da utilização.
As BE devem aproveitar a inteligência coletiva para melhorar os seus serviços(OPAC social, por exemplo).
Segundo Carlos Pinheiro,os critérios de avaliação dos RED abrangem tema, autoria, conteúdo, acesso e usabilidade, desenho gráfico e multimedia, comunicação, relação com o ultilizador, custos, conservação e comunicação e acessibilidade.
O RED é um produto de software ou um doc com uma finalidade intrinsecamente educativa; enquadrado nas necessidades do sistema educativo português e com identidade e autonomia ou docs que correspondem a padrões de qualidade previamente definidos.
Os três níveis de análise dos RED são o mecâncico (copy and paste), o criativo(fundamentação dos saberes) e o design(grandes projetos de software educativo).
O desconhecimento do currículo, uso de tecnologias ultrapassadas ,escassez de investimento em recursos humanos, financeiros e materiais na concepção e desenvolvimento dos produtos interferem boa qualidade dos RED.
A criação de um RED passa pela consideração do currículo/programa, tópicos, ferramentas /formatos ,conteúdos de apoio, módulo final e autoria.
As licenças Creative Commons fornecem ferramentas aos alunos para garantirem a permissão antecipada do uso do recurso.
quarta-feira, 16 de março de 2011
Partilha de conteúdos!...
Partilha de conteúdos, aprendizagem colaborativa, interação criada por espaços sociais, como o Google Docs e as enciclopédias online, mais conhecidas por wikipedias!
O recurso a estas ferramentas de trabalho da Web 2.0 sugere efetivamente “uma mudança na forma como a internet é encarada por utilizadores e desenvolvedores”.
A participação dos utilizadores, mediante a criação de informação e sua avaliação/classificação (rating) são importantes.
Os conteúdos online resultam de um processo dinâmico de interação social.
O Google Docs e as wikispaces são exemplos de sítios sociais onde isto acontece.
O primeiro disponibiliza processador de texto, folhas de cálculo e apresentações eletrónicas; o segundo oferece informação diversa que pode ser objeto de constante edição, correção e avaliação.
O recurso em contexto educativo a estas ferramentas e a crescente importância das redes sociais influencia o processo de ensino -aprendizagem, contrastando com o saber tradicional, um saber entre quatro paredes.
As redes sociais e por inerência os sítios sociais vão ao encontro dos princípios de ensino -aprendizagem numa “sociedade de conhecimento”:”aprendizagem permanente, aprendizagem autodirigida, aprender a aprender, aprendizagem contextualizada, aprendizagem adaptada à necessidade de aprendizagem, aprendizagem transformadora, aprendizagem cooperativa e aprendizagem em tempo real just in time”(Barbara Lepani).
A aprendizagem colaborativa é sinónimo de métodos e técnicas de aprendizagem para uso em grupos estruturados; todos interagem e contribuem para o sucesso da atividade.
Este tipo de aprendizagem social permite resultados superiores, que resultam das propostas e soluções de vários alunos do grupo, que se responsabilizam e evoluem no seu processo de aprendizagem.
Os espaços colaborativos apresentam muitas vantagens em contexto educativo, através ,por exemplo ,da criação e partilha de trabalhos e atividades online.
O Google Docs e os wikispaces são exemplos de plataformas online de trabalho colaborativo.
O Google Docs tem várias funcionalidades: criar documentos, folhas de cálculo e apresentações online; partilhar e colaborar em tempo real; armazenar e organizar o trabalho em segurança; controlar quem pode aceder aos documentos.
Permite a partilha de ficheiros editados por muitos ao mesmo tempo.
Os wikis permitem uma maior ou menor colaboração na apresentação de conteúdos/informação.
Considerando tudo o que foi dito e pensando mais concretamente na questão que escolhi para reflexão, posso afirmar com toda a certeza que o Google Docs pode estar efetivamente ao serviço do professor bibliotecário. Não posso deixar de referir aqui a BE /CRE como um contexto particular , dada toda a diversidade de aspetos relacionados com a sua gestão, papel na escola em que se insere, necessidade crescente de promoção da interação com todos os seus utilizadores e consequente necessidade de partilha de informações relacionadas com atividades realizadas e afins.
Nas práticas letivas, o Google Docs permite maior diversidade de estratégias e uma maior cultura de partilha e colaboração de atividades, da BE e não só, de ficheiros, de sugestões...
A partilha de links úteis como fontes de pesquisa e trabalho ,de hiperligações relevantes para a Biblioteca e ao serviço da comunidade escolar, informações relacionadas com atividades promovidas pela BE, como concursos e projetos de trabalho também é um facto.
A informação circula entre toda a comunidade escolar, através, por exemplo ,da criação de formulários, pois esta ferramenta permite elaborar inquéritos.
A avaliação de atividades realizadas na e pela BE, as estatísticas e também um tratamento global e imediato dos dados são outras das suas potencialidades, dado que reúne efetivamente processador de texto e folhas de cálculo, com variadas apresentações.
Pode estar ainda ao serviço da BE/CRE, através da elaboração de concursos online.
Ao fim e ao cabo ,o que temos é a BE/CRE ao serviço da escola (e não só).
Uma biblioteca compartilhada a partir de uma pasta pública.
Os wikis ,que associamos sobretudo à wikipedia, permitem uma edição conjunta de informação, sua melhoria , avaliação e constante atiualização.
Se pensarmos na enciclopédia online, podemos utilizá-la no desenvolvimento de literacias digitais e não só, também de conhecimento, papel importante da BE no atual contexto e na sociedade de conhecimento onde nos inserimos.
Permitir aos alunos que consultem dados sobre o que quiserem e partilhem e editem os dados encontrados, tornando-se assim professores de matérias e contribuindo para uma aprendizagem autodirigida.
O recurso ao suporte impresso que permite inicialmente a recolha de informações mais idóneas e a sua colaboração na construção de conteúdos que são fruto de uma avaliação coletiva e in time são autênticas potencialidades desta ferramenta.
Enfim, Google Docs e wikispaces ,dois sítios sociais ao serviço da BE/CRE!
Outra ferramenta da Web 2.0 que serve este trabalho interativo de partilha e construção do conhecimento é o podcast, que permite falar e ouvir;um recurso tecnológico muito útil no que respeita a disseminação da informação.
A podomatic é um serviço da Web 2.0 que permite criar uma pagina online de distribuição de conteúdos áudio.
O utilizador torna-se um produtor ou designer de conteúdos Web.
A isto se liga uma perspetiva crítica que resulta da participação na produção e personalização das matérias .O envolvimento dos alunos torna-se motivante para o estudo(vertente emotiva das ferramentas audiovisiuais).
Pode ser utilizado para abordagem e transmissão de conteúdos didáticos, leitura, ,correção da prosódia e aperfeiçoamento da leitura….
O respeito pelo ritmo de aprendizagem dos alunos também é uma das vantagens do podcasting pois o que é gravado pode ser ouvido e assimilado gradualnente. Facilita mesmo o trabalho de alunos invisiuais, cuja deficiência é superada pela audição pedagógica!
Nas BE ,os podcasts são uma fonte de informação.
O vodcast é também um método que utiliza as ferramentas do podcast para criar videos em constante atualização resultante da colaboração na produção.
O youtibe é um serviço Web que permite a divulgação de vídeos. O seu uso nem sempre é pedagógico!
Pode ser um recurso de promoção da biblioteca.
O jng permite a construção de tutoriais, capturando imagem e apresentando uma locução áudio. São fontes de informação que mais uma vez podem ser arquivados e partilhados.
O Screenr é uma excelente ferramenta para pequenas explicações.
O prezi permite a elaboração de apresentações dinâmicas com efeitos visuais .
Um exemplo de atividade com recurso ao prezi ou slideshare é a pesquisa com o objetivo de verificar quais as tags e tipo de informação.
Múltiplas ferramentas ,um mesmo objetivo: contribuir de forma interativa e colaborativa na edição, avaliação e construção do conhecimento, ao serviço de contextos educativos, na sala de aula ou na BE/CRE!!
O recurso a estas ferramentas de trabalho da Web 2.0 sugere efetivamente “uma mudança na forma como a internet é encarada por utilizadores e desenvolvedores”.
A participação dos utilizadores, mediante a criação de informação e sua avaliação/classificação (rating) são importantes.
Os conteúdos online resultam de um processo dinâmico de interação social.
O Google Docs e as wikispaces são exemplos de sítios sociais onde isto acontece.
O primeiro disponibiliza processador de texto, folhas de cálculo e apresentações eletrónicas; o segundo oferece informação diversa que pode ser objeto de constante edição, correção e avaliação.
O recurso em contexto educativo a estas ferramentas e a crescente importância das redes sociais influencia o processo de ensino -aprendizagem, contrastando com o saber tradicional, um saber entre quatro paredes.
As redes sociais e por inerência os sítios sociais vão ao encontro dos princípios de ensino -aprendizagem numa “sociedade de conhecimento”:”aprendizagem permanente, aprendizagem autodirigida, aprender a aprender, aprendizagem contextualizada, aprendizagem adaptada à necessidade de aprendizagem, aprendizagem transformadora, aprendizagem cooperativa e aprendizagem em tempo real just in time”(Barbara Lepani).
A aprendizagem colaborativa é sinónimo de métodos e técnicas de aprendizagem para uso em grupos estruturados; todos interagem e contribuem para o sucesso da atividade.
Este tipo de aprendizagem social permite resultados superiores, que resultam das propostas e soluções de vários alunos do grupo, que se responsabilizam e evoluem no seu processo de aprendizagem.
Os espaços colaborativos apresentam muitas vantagens em contexto educativo, através ,por exemplo ,da criação e partilha de trabalhos e atividades online.
O Google Docs e os wikispaces são exemplos de plataformas online de trabalho colaborativo.
O Google Docs tem várias funcionalidades: criar documentos, folhas de cálculo e apresentações online; partilhar e colaborar em tempo real; armazenar e organizar o trabalho em segurança; controlar quem pode aceder aos documentos.
Permite a partilha de ficheiros editados por muitos ao mesmo tempo.
Os wikis permitem uma maior ou menor colaboração na apresentação de conteúdos/informação.
Considerando tudo o que foi dito e pensando mais concretamente na questão que escolhi para reflexão, posso afirmar com toda a certeza que o Google Docs pode estar efetivamente ao serviço do professor bibliotecário. Não posso deixar de referir aqui a BE /CRE como um contexto particular , dada toda a diversidade de aspetos relacionados com a sua gestão, papel na escola em que se insere, necessidade crescente de promoção da interação com todos os seus utilizadores e consequente necessidade de partilha de informações relacionadas com atividades realizadas e afins.
Nas práticas letivas, o Google Docs permite maior diversidade de estratégias e uma maior cultura de partilha e colaboração de atividades, da BE e não só, de ficheiros, de sugestões...
A partilha de links úteis como fontes de pesquisa e trabalho ,de hiperligações relevantes para a Biblioteca e ao serviço da comunidade escolar, informações relacionadas com atividades promovidas pela BE, como concursos e projetos de trabalho também é um facto.
A informação circula entre toda a comunidade escolar, através, por exemplo ,da criação de formulários, pois esta ferramenta permite elaborar inquéritos.
A avaliação de atividades realizadas na e pela BE, as estatísticas e também um tratamento global e imediato dos dados são outras das suas potencialidades, dado que reúne efetivamente processador de texto e folhas de cálculo, com variadas apresentações.
Pode estar ainda ao serviço da BE/CRE, através da elaboração de concursos online.
Ao fim e ao cabo ,o que temos é a BE/CRE ao serviço da escola (e não só).
Uma biblioteca compartilhada a partir de uma pasta pública.
Os wikis ,que associamos sobretudo à wikipedia, permitem uma edição conjunta de informação, sua melhoria , avaliação e constante atiualização.
Se pensarmos na enciclopédia online, podemos utilizá-la no desenvolvimento de literacias digitais e não só, também de conhecimento, papel importante da BE no atual contexto e na sociedade de conhecimento onde nos inserimos.
Permitir aos alunos que consultem dados sobre o que quiserem e partilhem e editem os dados encontrados, tornando-se assim professores de matérias e contribuindo para uma aprendizagem autodirigida.
O recurso ao suporte impresso que permite inicialmente a recolha de informações mais idóneas e a sua colaboração na construção de conteúdos que são fruto de uma avaliação coletiva e in time são autênticas potencialidades desta ferramenta.
Enfim, Google Docs e wikispaces ,dois sítios sociais ao serviço da BE/CRE!
Outra ferramenta da Web 2.0 que serve este trabalho interativo de partilha e construção do conhecimento é o podcast, que permite falar e ouvir;um recurso tecnológico muito útil no que respeita a disseminação da informação.
A podomatic é um serviço da Web 2.0 que permite criar uma pagina online de distribuição de conteúdos áudio.
O utilizador torna-se um produtor ou designer de conteúdos Web.
A isto se liga uma perspetiva crítica que resulta da participação na produção e personalização das matérias .O envolvimento dos alunos torna-se motivante para o estudo(vertente emotiva das ferramentas audiovisiuais).
Pode ser utilizado para abordagem e transmissão de conteúdos didáticos, leitura, ,correção da prosódia e aperfeiçoamento da leitura….
O respeito pelo ritmo de aprendizagem dos alunos também é uma das vantagens do podcasting pois o que é gravado pode ser ouvido e assimilado gradualnente. Facilita mesmo o trabalho de alunos invisiuais, cuja deficiência é superada pela audição pedagógica!
Nas BE ,os podcasts são uma fonte de informação.
O vodcast é também um método que utiliza as ferramentas do podcast para criar videos em constante atualização resultante da colaboração na produção.
O youtibe é um serviço Web que permite a divulgação de vídeos. O seu uso nem sempre é pedagógico!
Pode ser um recurso de promoção da biblioteca.
O jng permite a construção de tutoriais, capturando imagem e apresentando uma locução áudio. São fontes de informação que mais uma vez podem ser arquivados e partilhados.
O Screenr é uma excelente ferramenta para pequenas explicações.
O prezi permite a elaboração de apresentações dinâmicas com efeitos visuais .
Um exemplo de atividade com recurso ao prezi ou slideshare é a pesquisa com o objetivo de verificar quais as tags e tipo de informação.
Múltiplas ferramentas ,um mesmo objetivo: contribuir de forma interativa e colaborativa na edição, avaliação e construção do conhecimento, ao serviço de contextos educativos, na sala de aula ou na BE/CRE!!
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