Um espaço de reflexão,fruto de leituras e também(porque não?) de troca de ideias...
domingo, 27 de março de 2011
Reflexão tardia , mas pertinente!
Devo confessar que julgava que não seria necessário senão publicar os nossos trabalhos ao longo dos vários módulos, até porque (e falo por mim) as reflexões já estão incluídas mos mesmos. De qualquer forma, deixo aqui muito brevemente uma pequena reflexão sobre cada um dos módulos e mais concretamente sobre a minha evolução ao longo dos mesmos, no que respeita aprendizagem realizada!... Digamos que creio que, neste momento ,o meu conceito de info - excluida está definitivamente esclarecido. Ser uma formanda online num sistema de ensino –aprendizagem online fez-me entrar num mundo completamente novo para mim e desenvolveu ou despertou em mim a vontade de saber mais, nunca deixando de me espantar com as potencialidades de uma aprendizagem tão diferente da tradicional. Afinal, também se pode interagir à distância e partilhar informação e conhecimento. Isto pode eventualmente ser aplicado não contexto escolar quer na BE/CRE ,quer na sala de aula com os nossos alunos. O conceito de Web 2.0 e as suas potencialidades para a BE levanta uma série de questões relacionadas com um conceito de informação e sociedade de informação /conhecimento do século XXI. Sociedade , informação e bibliotecas surgem pois a par, devendo fomentar a construção do conhecimento pelo acesso que permite a REA ou mesmo pelo recurso a várias ferramentas que tornam os conhecimentos produto de partilha, colaboração e interatividade. A informação pode mesmo ser editada, selecionada ,corrigida e comentada. O twitter como forma de microblogging é uma aplicação Web de publicação de blogue. A ideia é muito simples: uma caixa de texto com espaço para escrever 140 caracteres e uma pergunta: O que está a acontecer? A disponibilização nas Redes informáticas e a sua introdução nas escolas veio contribuir para que a natureza do ensino se modificasse. Forma atrativa de auto-aprendizagem . Também as redes sociais, como o facebook,HI5 myspace… vieram tornar o conhecimento cada vez mais social! Pessoalmente, reconheço que possa ser motivante para algumas pessoas a partilha online de informação. Eu não faço parte de nenhuma rede social !A web como plataforma de inteligência coletiva é um facto. É possível criar uma conexão por meio das comunidades de utilizadores com interesses em comum. Muitos destes sítios tornaram‐se verdadeiros aplicativos (ex. Google, que disponibiliza processador de texto, gestor de correio, folha de cálculo, apresentação electrónica, agenda, agregador de Bibliotecas Escolares e a Web 2.0 . Na base da Web 2.0 está a participação dos utilizadores: eles acrescentam valor à rede, o serviço melhora quanto mais pessoas o usam, qualquer utilizador pode criar conteúdos e avaliar os que encontra (ratting).” Social bookmarking e sua etiquetagem por tags representam formas de seleção, avaliação e partilha de informação. E sobretudo formas de organizar e indexar a informação de forma a que os utilizadores não se percam na pesquisa pretendida. Indexar e organizar a informação recolhida pelos marcadores também é permitido e facilitado por outra ferramenta da Web 2.0 :o Diigo. A partilha de conteúdos, utilizando ferramentas que são novidade pode suscitar certos problemas em termos da sua viabilidade. Foi o que me aconteceu quando procurei elaborar um tutorial sobre o googledocs usando o screencast e o jing. Até percebi a teoria ,mas depois… Mas como em tudo, por se perder uma batalha ,não quer dizer que se perca a guerra!... Neste módulo, aprendi como se pode recorrer ao multimédia, audio e vídeo, slideshares para produzir conteúdos e partilhar informação. Como em qualquer processo de ensino-aprendizagem ,também ,no que respeita BE/CRE, a informação disponibilizada deve ser avaliada, no sentido de melhorar a qualidade dos serviços prestados. Neste sentido, a avaliação de RED é muito relevante. Os RED devem obedecer a diversos parâmetros que passei a considerar,olhando,de forma mais crítica para o que vejo. Os Feeds ou canais RSS visam permitir a distribuição de conteúdos e notícias de blogues e páginas Bibliotecas Escolares e a Web 2.0. A grande vantagem com o RSS é o facto de que já não recebemos a informação por e-mail. Utilizamos um agregador ou leitor de feeds, um programa ou uma página Web na qual podemos ver todas as actualizações que houve nas páginas e blogues cujos feeds subscrevemos, sem a necessidade de enchermos a nossa caixa de correio de e-mail ou sobrecarregarmos os nossos favoritos. Um agregador ou leitor de notícias é um tipo de software que serve para seguir os blogues e canais de notícias em formatos RSS, Atom ou RDF. O agregador reúne as notícias ou post publicados nos sítios Web e blogues que subscrevemos e mostra as novidades ou modificações que se produziram desde a nossa última leitura. Estes programas podem ser de diversos tipos,como aplicações baseadas na Web (Bloglines,Google reader, netvibes,newsgator).
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